Produtos gentis ajudam o usuário a evitar erros graves

De acordo com Luli Radfahrer,o produto gentil segue normas do conceito chamado de etiqueta digital e representa algo que usa o bom senso, além de ser discreto

Cada vez mais pessoas adentram o mundo da rede virtual. No entanto, este meio, como qualquer outro, também precisa de atenção quando o assunto é a forma como lidamos com as situações do nosso dia a dia e nossas relações interpessoais. Para isso, existe um conceito chamado etiqueta digital. Na coluna de hoje (19), o professor Luli Radfahrer comenta sobre exemplos de produtos que se utilizam disso, ao criarem produtos gentis.

Um produto gentil é algo que usa o bom senso, além de ser discreto. Se ele falha, ele não vai mandar uma mensagem complicada para você se explicando. Ele é capaz de se antecipar à necessidade de seu usuário, como, por exemplo, em alguns aplicativos de smartphone, em que eles adivinham o que você está pensando. O professor aproveita para lembrar de situações como a de quando o Windows avisava em sua tela que um usuário cometeu uma operação ilegal e fechava prontamente.

“Ele sabe, às vezes, como assumir responsabilidades e ajuda você a evitar erros graves. Quando falamos que um produto é bom, bacana, que eu gosto de usá-lo, muitas vezes ele assume um comportamento gentil”, comenta Radfahrer.

Ouça no player acima a íntegra da coluna Datacracia.


Datacracia
A coluna Datacracia, com o professor Luli Radfahrer, vai ao ar toda sexta-feira às 8h30, na Rádio USP (São Paulo 93,7 FM; Ribeirão Preto 107,9 FM) e também no Youtube, com produção do Jornal da USP e TV USP.

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