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Professor do Departamento de Informação e Cultura da Escola de Comunicações e Artes da USP. Foi diretor do Instituto de Estudos Avançados da USP de 2012 a 2016. No âmbito do IEA-USP, integra a Comissão Científica da Academia Intercontinental e é o coordenador acadêmico da Cátedra Olavo Setúbal de Arte, Cultura e Ciência. Foi diretor do Centro Cultural São Paulo de agosto de 2006 a maio de 2010 e vice-diretor do Museu de Arte Contemporânea da USP de 1998 a 2002. Idealizador e curador-coordenador do “Fórum Permanente: Museus de Arte, entre o público e o privado” , Idealizou e coordenou a Ação Educativa do MAC-USP de 1985 a 1987, bem como a primeira interface do USPonline, portal de informações da USP na Web de 1995 a 1998.
Horário: quinzenalmente, terça-feira, às 9h00 Rádio USP 93,7 São Paulo / 107,9 Ribeirão
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Variações sobre um mesmo tema: o Carnaval
Para muitos, o Carnaval seria fruto da natureza, da riqueza intercultural brasileira oriunda de uma “energia”, de um “pulsar” de uma sensibilidade própria, contextual, diz Martin Grossmann
O neonazismo presente nas atitudes e no comportamento do governo Donald Trump
Martin Grossmann refaz o percurso de uma ideologia que já transparecia no discurso do ex-secretário Especial da Cultura, Roberto Alvim, em sua apologia do nazismo
Doses de arrebatamento para suavizar a indigestão da atualidade
O Festival Mulheres do Mundo – WOW, no Rio de Janeiro, durante três dias de programação se tornou uma centralidade periférica
Zonas norte e sul do Rio de Janeiro simbolizam a desigualdade social brasileira
Como podemos entender melhor os trágicos acontecimentos como o ocorrido no Complexo do Alemão e na Penha, na zona norte do Rio, recentemente?
O silêncio e a barbárie
Martin Grossman comenta da chacina ocorrida dias atrás no Rio de Janeiro ao mesmo tempo que reflete sobre sua relação com a peça Borda, em cartaz na Capital
“USP Pensa Brasil” e suas reflexões sobre ciência e universidade
A mensagem que fica é a de que a ciência, a universidade, não devem considerar o progresso como dogma, como valor inquestionável e essencial à sua condição e existência
O que cabe à humanidade ou ao humano quando terceirizamos a nossa inteligência?
Martin Grossmann foca sua coluna em torno dessa pergunta, numa ampla reflexão a respeito das transformações marcantes que aconteceram no âmago dos sistemas que regem a humanidade e suas sociedades
Um sonho que vivenciamos despertos
Martin Grossmann convida o ouvinte/leitor a entrar para um mundo de devaneio, deixando de lado as preocupações do dia a dia para imergir nas sensações propiciadas por um sonho
Isso é arte? Forensic Architecture e a contemporaneidade
De acordo com Martin Grossmann, a arte vem explorando, questionando e ampliando seu campo de ação, radicalizando a instabilidade que a caracteriza
Quando o Brasil era moderno (o último sonho utópico crível?)
Segundo Martin Grossmann, citando o diretor do filme, Fabiano Maciel, o projeto Modernista no Brasil nunca atingiu o seu objetivo, o de livrar o País de seu passado escravocrata e torná-lo mais justo, belo e moderno
Cultura: os princípios que norteiam a convivência
Martin Grossmann defende analisar a cultura com toda a sua complexidade, promovendo uma ampla reflexão da sua diversidade, pluralidade, descentramento e dinâmica caótica
“O investimento na IA corresponde a uma terceirização da inteligência humana”
Para Martin Grossmann, esse é um processo não só polêmico como perverso, para não dizer assustador, principalmente pelo fato de estarmos promovendo com isso a subjugação humana a um poder tecnológico
A extensão universitária em debate na USP
Martin Grossmann destaca dois seminários, além do lançamento de um livro, cujo objetivo é aprimorar e ampliar o impacto social das ações da Universidade
Contracultura e tecnologia
A idealização da internet como esfera pública se deve, em grande parte, à contracultura, diz Martin Grossmann
Ambiguidades bem-intencionadas: conexões, convergências e talvez algumas distensões
A nova trinca de titulares da Cátedra Olavo Setubal, rebatizada para “transversalidades”
Cátedra Olavo Setubal passa a enfatizar as transversalidades, diz colunista
A Cátedra Olavo Setubal de Arte, Cultura e Ciência está comemorando dez anos de vida e já tem uma nova trinca de titulares
A contracultura como vida: Helô Teixeira e/ou Heloisa Buarque de Hollanda, uma homenagem
Martin Grossmann destaca o importante papel de Heloisa nas diferentes ondas do feminismo no Brasil
O papel da ambiguidade e da metalinguagem, instauradas por Umberto Eco, na discussão cultural
O discurso aberto é um apelo à responsabilidade, à escolha individual, um desafio e um estímulo para o gosto, para a imaginação, para a inteligência
A contracultura opera como uma poética da cultura?
A poética não se restringe ao universo da literatura ou das artes em geral, uma vez que se relaciona diretamente com a existência humana
Como entender a contracultura?
Martin Grossmann diz que essas manifestações, que ocorrem de forma ubíqua e diversa no globo, estão sujeitas a influências contextuais, históricas e territoriais





















