Professora de Filosofia Política e Retórica da Escola de Comunicações e Artes da USP. Entre seus trabalhos publicados mais recentes estão O Deus Exilado e o ensaio "The shifting map of religious proclivity in Brazil, and how the media prospect is seemingly unable to deal whit it", na coletânea Religion on the Move. Prêmio Jabuti em 1981 e 1999, trabalhou como jornalista em Veja e Folha de S. Paulo, e foi editora de política internacional na revista Isto É.

Horário: Sexta às 10h50
Rádio USP
93,7 FM São Paulo / 107,9 FM Ribeirão

Compartilhar:

As palavras que definiram 2022

Marília Fiorillo, em sua coluna desta semana, analisa as palavras que, para os dicionários, refletem os tempos atuais, tais como “goblin mode”, “gaslighting” e metaverso

O avanço do “eterno fascismo”

Marília Fiorillo parte de um livro de Umberto Eco e da eleição de Giorgia Meloni na Itália para analisar o avanço do fascismo, em suas diversas formas, e seu apelo sobre as massas

“Toda tirania é uma insensatez”

A afirmação de Marília Fiorillo tem a ver com o tema de sua coluna de hoje (12), que trata das características que definem os vários tipos de tiranos, até mesmo os da literatura, como Macbeth

A luta pelos direitos humanos em Mianmar

“O maior empecilho para a democracia em Mianmar é o isolacionismo do país, cujos mandantes não dão a mínima para a opinião publica mundial”, afirma Marília Fiorillo

Refugiados de Mianmar, os esquecidos

Enquanto a atenção da comunidade internacional se volta para os refugiados ucranianos, os de Mianmar – que sofrem há cinco décadas – são esquecidos, pois, segundo Marília Fiorillo, são desinteressantes do ponto de vista geopolítico

Quando o feitiço vira contra o feiticeiro

Para Marília Fiorillo, a aventura russa em terras ucranianas, patrocinada por Vladimir Putin, apenas fez ressuscitar e ressurgir das cinzas uma organização que estava entregue às moscas e em estado falimentar: a Otan