Professora de Filosofia Política e Retórica da Escola de Comunicações e Artes da USP. Entre seus trabalhos publicados mais recentes estão O Deus Exilado e o ensaio "The shifting map of religious proclivity in Brazil, and how the media prospect is seemingly unable to deal whit it", na coletânea Religion on the Move. Prêmio Jabuti em 1981 e 1999, trabalhou como jornalista em Veja e Folha de S. Paulo, e foi editora de política internacional na revista Isto É.

Horário: Sexta às 10h50
Rádio USP
93,7 FM São Paulo / 107,9 FM Ribeirão

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O que a diplomacia brasileira pode aprender com a do Talibã

Marília Fiorillo comenta entrevista concedida dois dias atrás pelo porta-voz do Ministério de Relações Exteriores do Afeganistão para fazer um paralelo com “aquilo em que se transformou as relações exteriores no Brasil, ofensivas e delirantes”

Seria o Talibã o único capaz de pacificar o Afeganistão?

Marília Fiorillo diz que a mídia tenta nos fazer crer que o verdadeiro inimigo não é o Talibã, mas sim o Isis-K, que seria o verdadeiro responsável pelo ataque ao aeroporto em Cabul recentemente. Nessa versão, o Talibã surge como pacificador