Movimentos antirracistas ganham importante protagonismo político

Na opinião do colunista, a discussão sobre a importância desses movimentos é vital para o momento em que estamos vivendo no Brasil e em outros países do mundo

Os movimentos de resistência antirracista que vão pelo mundo são o tema do professor Guilherme Wisnik nesta edição de sua coluna. Esses movimentos, que tiveram início nos EUA, a partir da morte de George Floyd, ganharam, na opinião do colunista, um protagonismo político muito importante neste momento de pandemia, em que muitos países estão dominados por “governos autoritários de direita, fascistas e xenófobos, como nos Estados Unidos e no Brasil”. Para Wisnik, essa resistência antirracista assume uma centralidade muito importante e fundamental para ser discutida agora.

Para reforçar seu argumento, que faz alusão também à ideologia escravocrata de uma determinada elite que ainda se faz presente no Brasil, Wisnik cita a canção A Carne, cantada por Elza Soares, que fala do corpo negro sendo vendido no mercado como se fosse uma carne barata. Wisnik considera a canção um mantra que traduz com perfeição o nosso momento atual.

Acompanhe a íntegra da coluna pelo link acima.


Espaço em Obra
A coluna Espaço em Obra, com o professor Guilherme Wisnik, vai ao ar toda quinta-feira às 9h30, na Rádio USP (São Paulo 93,7 FM; Ribeirão Preto 107,9 FM) e também no Youtube, com produção do Jornal da USP e TV USP.

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