Escala computacional é modelo não sustentável

Segundo Radfahrer, as gigantes da tecnologia estão cada vez maiores e cada vez mais concentradas

Em sua coluna desta sexta-feira (6), Luli Radfahrer fala sobre escala computacional, ao constatar como as gigantes da tecnologia estão cada vez maiores e cada vez mais concentradas. Sete grandes empresas americanas – Google, Amazon, Facebook, Twitter, Apple, Microsoft e IBM – detêm o poder sobre tudo e todos. “Há uma enorme concentração na mão de pouquíssimas pessoas, e isso pode ser um enorme problema.” Por quê? Porque a escala computacional gera um enorme poder e uma enorme dependência.

Para Radfahrer, isso poderia ser resolvido com uma melhor distribuição. Uma coisa parece certa: o atual modelo não é sustentável e é provável que isso mude no futuro. “Eu não posso ter um único Google dando conta do mundo inteiro”, conclui. Acompanhe, pelo link acima, a íntegra da coluna, na qual o professor Luli Radfahrer conversa com Mário Santi.


Datacracia
A coluna Datacracia, com o professor Luli Radfahrer, vai ao ar toda sexta-feira às 8h30, na Rádio USP (São Paulo 93,7 FM; Ribeirão Preto 107,9 FM) e também no Youtube, com produção do Jornal da USP e TV USP.

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