Diálogos na USP

Diálogos na USP #18 “Mulheres são seres de transformação social”

Dados do Ministério da Saúde mostram que, a cada quatro mulheres, uma é vítima de violência. No último ano, foram registrados mais de 145 mil casos, envolvendo a violência física, sexual e psicológica. Com o passar dos anos, foram sendo criadas medidas protetivas para as mulheres, como a Lei Maria da Penha em 2006 e a Lei do Feminicídio em 2015; todavia, ainda não são suficientes para acabar com o problema.

Para falar sobre o tema, o Diálogos na USP, apresentado por Marcello Rollemberg,  recebeu Maria Arminda do Nascimento Arruda, professora de Sociologia e diretora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, além de coordenadora do escritório USP Mulheres, e a pesquisadora Giane Silvestre, do Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da USP e mestre em Sociologia pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

Procurando explicar os motivos para o aumento da violência contra a mulher, a professora Maria Arminda explica que há múltiplas razões. Uma delas pode estar relacionada com a segurança que as mulheres têm sentido para denunciar, o que intensifica o número de registros e pode explicar essa alta na violência. Por outro lado, tal motivo não deve ser considerado o único. Há uma grande transformação nas relações entre mulheres e homens que tende a acirrar a violência, o que se relaciona com as questões de gênero

Diálogos na USP #16 “Tentar limitar a arte é um perigo, você cria robôs”

O Brasil produz mais de 150 filmes por ano, com grande diversidade regional e temática. Segundo dados da Ancine, no ano de 2017, por exemplo, o público de filmes nacionais ultrapassou 17 milhões de espectadores, gerando uma renda de R$ 240 milhões. Entre os 463 longas-metragens lançados no País, 160 eram brasileiros. Ainda assim, há pontos que precisam ser mais bem entendidos no atual cenário de produção cinematográfica brasileiro,  como o financiamento das produções, a distribuição dos filmes, a recente censura velada a produções como Aquarius e Marighella e o papel da Ancine.

Para debater sobre os dilemas do cinema brasileiro e suas possíveis soluções, o Diálogos na USP, apresentado por Marcello Rollemberg, recebeu o professor Roberto Franco Moreira, da Escola de Comunicações e Artes da USP, diretor de cinema e de séries de televisão, e o cineasta David Schurmann, diretor de vários filmes, entre eles Pequeno Segredo, selecionado para representar o Brasil no Oscar em 2017

Diálogos na USP #18 “Mulheres são seres de transformação social”

Dados do Ministério da Saúde mostram que, a cada quatro mulheres, uma é vítima de violência. No último ano, foram registrados mais de 145 mil casos, envolvendo a violência física, sexual e psicológica. Com o passar dos anos, foram sendo criadas medidas protetivas para as mulheres, como a Lei Maria da Penha em 2006 e a Lei do Feminicídio em 2015; todavia, ainda não são suficientes para acabar com o problema.

Para falar sobre o tema, o Diálogos na USP, apresentado por Marcello Rollemberg,  recebeu Maria Arminda do Nascimento Arruda, professora de Sociologia e diretora da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, além de coordenadora do escritório USP Mulheres, e a pesquisadora Giane Silvestre, do Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da USP e mestre em Sociologia pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar).

Procurando explicar os motivos para o aumento da violência contra a mulher, a professora Maria Arminda explica que há múltiplas razões. Uma delas pode estar relacionada com a segurança que as mulheres têm sentido para denunciar, o que intensifica o número de registros e pode explicar essa alta na violência. Por outro lado, tal motivo não deve ser considerado o único. Há uma grande transformação nas relações entre mulheres e homens que tende a acirrar a violência, o que se relaciona com as questões de gênero

Diálogos na USP #16 “Tentar limitar a arte é um perigo, você cria robôs”

O Brasil produz mais de 150 filmes por ano, com grande diversidade regional e temática. Segundo dados da Ancine, no ano de 2017, por exemplo, o público de filmes nacionais ultrapassou 17 milhões de espectadores, gerando uma renda de R$ 240 milhões. Entre os 463 longas-metragens lançados no País, 160 eram brasileiros. Ainda assim, há pontos que precisam ser mais bem entendidos no atual cenário de produção cinematográfica brasileiro,  como o financiamento das produções, a distribuição dos filmes, a recente censura velada a produções como Aquarius e Marighella e o papel da Ancine.

Para debater sobre os dilemas do cinema brasileiro e suas possíveis soluções, o Diálogos na USP, apresentado por Marcello Rollemberg, recebeu o professor Roberto Franco Moreira, da Escola de Comunicações e Artes da USP, diretor de cinema e de séries de televisão, e o cineasta David Schurmann, diretor de vários filmes, entre eles Pequeno Segredo, selecionado para representar o Brasil no Oscar em 2017

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