Economia e sobrevivência humana andam juntas

Lockdown eficiente em todos os Estados da federação oferece impacto econômico menor que o do vírus se espalhando

Na coluna Reflexão Econômica desta semana, o professor Luciano Nakabashi explica porque não existe antagonismo algum entre salvar a economia e salvar vidas durante a pandemia. Diz que “as duas coisas andam juntas”; as atividades econômicas são necessárias para a satisfação de necessidades básicas de sobrevivência e as vidas são muito caras, e não apenas em termos sociais e familiares, mas também econômicos.

A saída, defende Nakabashi, é usar as experiências dos países que começaram antes de nós a enfrentar a covid-19. Acredita que o modelo lockdown, usado na China, restringindo a movimentação das pessoas, seja a maneira menos dolorosa para enfrentar a situação. Diz que vai haver impacto econômico, mas será bem menor que os altos custos do vírus se espalhando e gerando mortes e pânico.

E, no Brasil, esses custos podem ser ainda maiores pelos problemas com o sistema de saúde e pela falta de uma coordenação central que deveria ser liderada pelo presidente da República. Para o professor, o País deve encontrar sincronia de ações entre todos os Estados da federação para que as restrições de circulação de pessoas sejam efetivas. Essas ações sincronizadas resultarão positivamente no salvamento de vidas e da economia.

Ouça na íntegra a coluna Reflexão Econômica no player acima.


Reflexão Econômica
A coluna Reflexão Econômica, com o professor Luciano Nakabashi, vai ao ar toda quarta-feira às 9h00, na Rádio USP (São Paulo 93,7 FM; Ribeirão Preto 107,9 FM) e também no Youtube, com produção do Jornal da USP e TV USP.

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