“A OMS é um farol para a cidadania no mundo globalizado”

É o que afirma o professor Pedro Dallari, que em sua coluna desta semana ressalta a importância da OMS

Nos últimos meses, uma sigla tem chamado a atenção de todos, tem tomado conta dos noticiários: OMS, a Organização Mundial da Saúde. Mas, afinal, o que representa a OMS e como ela vem desempenhando seu papel em meio à pandemia da covid-19? É justamente sobre isso que fala o professor Pedro Dallari em sua coluna desta semana. “A OMS vem se tornando cada vez mais conhecida por todos. Ela está associada à aplicação das melhores práticas para tratar de problemas de saúde no mundo contemporâneo. Ela foi criada em 1948 e é constituída por 194 países do mundo, inclusive o Brasil, que é seu membro fundador. É uma organização internacional autônoma, mas se constitui de uma agência vinculada à ONU no espectro da governança internacional”, explica Dallari. “A crise do novo coronavírus e de sua doença, a covid-19, tem levado a OMS a cumprir papéis muito importantes. Ela mapeia e consolida, por exemplo, a evolução da doença no mundo inteiro. Também reúne estudos e avaliações dos principais especialistas do mundo”, afirma ele.

“Isso faz com que a OMS tenha condições de fixar as melhores orientações gerais, as mais abalizadas do ponto de vista científico. No caso do coronavírus, foi a partir desses estudos que a OMS deu a orientação para o chamado isolamento social”, explica Dallari. “‘Fique em casa’ passou a ser um lema geral para todos. O poder da OMS está na autoridade que sua atuação gera. Ela não tem recursos para transferir para países, não usa força militar. Os governos obedecem as orientações da OMS porque as populações exigem que ajam assim”, afirma. “A OMS é um farol para a cidadania no mundo globalizado.”

Ouça no player acima a íntegra da coluna Globalização e Cidadania.


Globalização e Cidadania
A coluna Globalização e Cidadania, com o professor Pedro Dallari, vai ao ar toda quarta-feiraa às 8h, na Rádio USP (São Paulo 93,7 FM; Ribeirão Preto 107,9 FM) e também no Youtube, com produção do Jornal da USP e TV USP.

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