Educação a distância deve ser aprimorada durante e após pandemia

Para Nabil Bonduki, são necessárias mais pesquisas sobre como melhorar a qualidade do ensino em diferentes modalidades, utilizando novas linguagens e metodologias

Na edição de Cotidiano na Metrópole desta semana, o arquiteto e urbanista Nabil Bonduki, professor da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da USP, discute as mudanças causadas pela pandemia nos espaços públicos das grandes cidades brasileiras e o aumento das reuniões virtuais. “Nos últimos anos tivemos muitas campanhas e políticas voltadas para a ocupação dos espaços, praças, centros culturais e hoje eles estão desertos e vazios, o que é uma mudança significativa”, aponta ele.

Para o professor, a mudança não é para sempre, entretanto, os impactos desse esvaziamento serão sentidos pela população daqui em diante. Além disso, Bonduki destaca que encontros, aulas e reuniões estão sendo realizados virtualmente com mais frequência, “o que talvez possa continuar mesmo após a pandemia”, reflete ao avaliar que será possível ganhar tempo de deslocamento e redução de custos com a adoção mais ampla desses recursos.

Na área da educação, o professor defende que a experiência de educação a distância, pode ser interessante, “mas existem muitas atividades que não podem ser feitas a distância”, o que pode acarretar prejuízos na formação de estudantes. Para ele, é necessário que pesquisemos como melhorar a qualidade do ensino em diferentes modalidades, utilizando novas linguagens e metodologias.

Ouça na íntegra no áudio acima.


Cotidiano na Metrópole
A coluna Cotidiano na Metrópole, com o professor Nabil Bonduki, vai ao ar toda quinta-feira às 10h00, na Rádio  USP (São Paulo 93,7 FM; Ribeirão Preto 107,9 FM) e também no Youtube, com produção do Jornal da USP e  TV USP.

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