Porcos poderão salvar pessoas na fila por transplantes

Com a edição genética, foi dado um grande salto rumo à possibilidade de gerar órgãos compatíveis para transplante entre espécies diferentes

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Só nos Estados Unidos, 20 pessoas morrem por dia esperando órgãos para transplantes. Nesta edição de Decodificando o DNA, a professora do Instituto de Biociências (IB) da USP Mayana Zatz retoma o tema dos xenotransplantes, que é o transplante de órgão entre diferentes espécies. Pesquisa com a participação da USP, através do grupo de Mayana Zatz, procura maneiras de viabilizar a criação de porcos geneticamente adaptados para o fornecimento de órgão a seres humanos.

Pâncreas de porcos já têm sido usados na produção de insulina, assim como válvulas cardíacas. Agora, o cientistas estão descobrindo como a edição genética pode impedir a rejeição humana dos órgãos inteiros e o desenvolvimento de doenças. O primeiro órgão em vista a ser utilizado é o rim, pois se houver rejeição, o paciente pode voltar para a diálise.

Clique no áudio acima para ouvir a geneticista do Centro de Pesquisas sobre o Genoma Humano e Células-Tronco (CEGH-CEL) da USP.

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