Componente genético é a chave para entender infecção do zika

Em sua coluna, Mayana Zatz explica como equipe analisou genes de oito pares de gêmeos e de dez outros bebês que desenvolveram a síndrome do zika

  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

Na nova edição de “Decodificando o DNA”, a geneticista Mayana Zatz, professora do Departamento de Genética e Biologia Evolutiva do Instituto de Biociências (IB) da USP, continua a descrever em detalhes as hipóteses e comprovações de pesquisa inédita, divulgada em fevereiro no Jornal da USP, na qual um estudo com gêmeos, em que um foi afetado pela síndrome congênita do zika vírus e outro não, revelou que existe uma explicação genética para o fato de nem todas as gestantes infectadas darem à luz bebês com problemas neurológicos.

“Um dos objetivos da pesquisa foi tentar descobrir que genes aumentavam o risco [do zika vírus] de infectar os bebês”, diz Mayana ao explicar que, para identificar esse possível componente genético, a equipe analisou toda a sequência de genes dos oito pares de gêmeos e de dez outros bebês que desenvolveram a síndrome congênita do zika e as comparou com os controles.

Ouça mais no áudio acima.

Política de uso 
A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal da USP e do autor. No caso dos arquivos de áudio, deverão constar dos créditos a Rádio USP e, em sendo explicitados, os autores. Para uso de arquivos de vídeo, esses créditos deverão mencionar a TV USP e, caso estejam explicitados, os autores. Fotos devem ser creditadas como USP Imagens e o nome do fotógrafo.


  •  
  •  
  •  
  •  
  •