Atrás de furos, jornalistas podem cair em dilemas éticos

Lins da Silva analisa episódios recentes em que a ética no jornalismo foi colocada em questão

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Carlos Eduardo Lins da Silva, em sua coluna semanal para a Rádio USP, fala sobre as implicações éticas da profissão a partir de episódio envolvendo um jornalista do The New York Times. Num restaurante em Washington, ele percebeu que em uma das mesas estava um dos advogados de Donald Trump, contratado para lidar com as acusações de que o presidente norte-americano teria ligações escusas com a Rússia. Sem se manifestar, o jornalista ouviu a conversa do advogado com colegas e enviou as informações que obteve para repórteres que cobriam o caso.

Lins da Silva não acredita que a ética tenha saído ferida nesse caso, uma vez que todos se encontrava num lugar público. “O ideal sempre, no jornalismo, é que o jornalista se identifique e diga que está buscando informações. No entanto, numa situação dessas, eu acho que a pessoa que tem algo de reservado a falar deve tomar suas precauções.” Ouça no áudio acima o comentário do especialista sobre este e outros casos envolvendo ética jornalística.

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