Público também exerce a função de “antimuseu”, diz Grossmann

Público é necessário para os museus e faz com que eles repensem seu desempenho e sua função na sociedade, afirma o professor

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O público também atua como “antimuseu” – termo cunhado pelo professor Martin Grossmann para designar qualquer iniciativa que represente uma crítica à ideia tradicional de museu. Foi o que Grossmann afirmou na sua coluna, “Na Cultura o Centro Está em Toda Parte”, que foi ao ar no dia 5 de abril. Para o professor, o público tem papel de protagonista, porque é ele que garante sobrevivência do museu, que precisa de recursos para cumprir sua missão. “Isso faz com que os museus repensem a sua função na sociedade e o seu próprio desempenho.”

Grossmann citou dois exemplos de instituições em que o público exerce a função de “antimuseu”: o Centre National d’Art et de Culture Georges-Pompidou, em Paris, e a Tate Modern, de Londres. Segundo ele, esses museus têm a clara proposta de ser espaços voltados para o público, um espaço de participação e de interação com a sociedade.

Ouça no link acima a íntegra da coluna.

 

 

 

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