Trocar nomes de locais pode apagar a história, segundo professora

Tendência a mudar nomes de logradouros nem sempre é entendida pela população

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Em janeiro, a prefeita de Roma, Virginia Raggi, anunciou que ruas que homenageiam estudiosos que assinaram o manifesto antissemita, em 1938, mudarão de nome. A prática não é exclusiva da cidade italiana, pois São Paulo tem um projeto parecido, denominado Ruas de Memória, sancionado pelo ex-prefeito Fernando Haddad.

O Minhocão – Foto: Marcos Santos/USP Imagens

O Minhocão é um exemplo dessas mudanças.  Seu nome passou de Elevado Costa e Silva, presidente durante a ditadura militar, para Elevado João Goulart, que era quem governava o País à época do golpe de 1964.

Patrícia Carvalhinhos é professora de Toponímia, a matéria que estuda o nome dos lugares, na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. Em entrevista à Rádio USP, ela falou sobre a troca de nomes de logradouros e sobre o que isso representa para o passado histórico.

Ouça no link acima.

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