Concerto da Osusp e do Coralusp comemora os 80 anos da Universidade

Na cerimônia, o professor da Faculdade de Direito, Celso Lafer, foi agraciado com o título de professor emérito da Universidade. O evento também marcou o lançamento do selo alusivo à data pelos Correios.

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A Orquestra Sinfônica da USP (Osusp) e do Coral da USP (Coralusp) executaram a Sinfonia nº 9, de Beethoven

A plateia da Sala São Paulo ficou repleta de espectadores, no concerto da Orquestra Sinfônica da USP (Osusp) e do Coral da USP (Coralusp), comemorativo aos 80 anos da Universidade, no dia 14 de dezembro. O evento também marcou o lançamento do selo alusivo à data pelos Correios.

O ex-reitor da Universidade e presidente da Comissão Coordenadora das Comemorações dos 80 anos, José Goldemberg, em seu pronunciamento, destacou as atividades programadas ao longo do ano de 2014, como os seminários “A USP e a Sociedade”, promovidos com o objetivo de apresentar e discutir a contribuição da Universidade e sua interação com a sociedade em diferentes áreas. Quatro seminários foram realizados durante o mês de novembro.

Na cerimônia, o professor da Faculdade de Direito e presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp), Celso Lafer, foi agraciado com o título de professor emérito da Universidade.

Em seu discurso, Celso Lafer fez referência a outros dois professores da Faculdade de Direito que receberam o título de professor emérito: Goffredo da Silva Teles e Alberto Carvalho da Silva.

A concessão do título de professor emérito a Lafer foi aprovada pelo Conselho Universitário, em sessão realizada em 20 de junho de 2012.

Celso Lafer (à esquerda) recebeu o título das mãos do reitor Marco Antonio Zago

Lafer é professor titular aposentado do Departamento de Filosofia e Teoria Geral do Direito da FD. Dentre outros cargos relevantes, foi ministro de Estado das Relações Exteriores em 1992 e, nessa condição, vice-presidente ex-officio da Conferência da ONU sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, a Rio-92.

De acordo com o Estatuto da USP, a Universidade “poderá conceder o título de professor emérito a seus professores aposentados que se hajam distinguido por atividades didáticas e de pesquisa ou contribuído, de modo notável, para o progresso da ciência”.

Na história da Universidade, esta é a 15ª vez que o título de professor emérito é concedido, sendo o último aprovado pelo Conselho Universitário em março de 2002 e concedido ao professor da Faculdade de Saúde Pública, Ruy Laurenti.

O reitor Marco Antonio Zago ressaltou que “grande orgulho dos paulistas e dos brasileiros, a USP é hoje o maior patrimônio de ciências, tecnologia, humanidades e educação superior do Brasil, e seu impacto na vida do Estado de São Paulo é imenso. Os professores e egressos da USP têm, ao longo de décadas, sustentado o desenvolvimento do Estado, promovendo a revolução da nossa agricultura, liderado as pesquisas em mudanças climáticas, química, física e medicina, deixando a marca na paisagem de nossa cidade com seus projetos arquitetônicos, promovendo e compreendendo a nossa cultura, formando artistas e produzindo obras de arte”.

E, finalizou, enfatizando a letra da Ode à Alegria, de Friedrich Schiller, executada pela Orquestra e interpretada pelo Coral: “Alegria, formosa centelha divina, filha do Elísio, ébrios de fogo entramos em teu santuário celeste! Tua magia volta a unir o que o costume rigorosamente dividiu. Todos os homens se irmanam, ali onde teu doce voo se detém. Quem já conseguiu o maior tesouro de ser o amigo de um amigo, quem já conquistou uma mulher amável, rejubile-se conosco! Alegria bebem todos os seres no seio da Natureza; Todos os bons, todos os maus, seguem seu rastro de rosas. Abracem-se milhões! Enviem este beijo para todo o mundo!”

(Fotos: Ernani Coimbra)

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