Escritório USP Mulheres lança primeiros resultados da pesquisa Interações na USP

No dia 25 de junho, às 14h, evento apresenta informações de estudo para subsidiar formas de convivência saudáveis na Universidade

Por - Editorias: Universidade
  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

No dia 25 de junho, o Escritório USP Mulheres lança os primeiros resultados da Pesquisa Interações na USP, iniciativa inédita no contexto da participação da USP no programa Impacto 10x10x10, do movimento #HeForShe da ONU Mulheres. O evento será das 14 às 17 horas, na Sala do Conselho Universitário da USP, na Rua da Reitoria, 374, campus Cidade Universitária, em São Paulo. O evento é aberto ao público e terá transmissão on-line pelo IPTV.

Entre dezembro de 2017 e fevereiro de 2018, um questionário on-line com 120 perguntas foi encaminhado por e-mail aos cerca de 78 mil alunos e alunas de graduação e pós-graduação de todos os cursos da USP, distribuídos nos campi da capital e do interior. O convite para participação voluntária obteve mais de 18 mil acessos, dos quais 13.500 ofereceram respostas (8.500 completas) e passaram a compor a amostra da pesquisa.

Com os resultados espera-se que a comunidade universitária – estudantes, professores(as) e funcionários(as) – possa elaborar coletivamente o reforço às formas de convivência saudáveis e positivas, além do enfrentamento mais efetivo às discriminações e violências presentes nas interações que ocorrem na USP. Espera-se ainda proporcionar os insumos para a elaboração de
políticas institucionais mais adequadas ao enfrentamento das diferentes formas negativas de convivência, agora mensuradas.

Uma realização do USP Mulheres, sob a direção da professora Eva Blay, com a assessoria da socióloga Wânia Pasinato, da psicóloga Prislaine Krodi dos Santos e da estagiária Laiz Parpinelle Alves – a Pesquisa Interações na USP é coordenada pelo professor Gustavo Venturi, da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.

O desenvolvimento do questionário contou com a colaboração da Rede Não Cala! de professoras e pesquisadoras da USP, de coletivos feministas, negros, LGBT+ e indígenas da USP. A adaptação do questionário ao formato eletrônico e o tratamento da amostra tiveram a consultoria do engenheiro e cientista de dados Eduardo Capocchi. A pesquisa contou ainda com o apoio da Pró-Reitoria de Pós-Graduação e da Superintendência de Tecnologia da Informação (STI).

 

  •  
  •  
  •  
  •  
  •  

Textos relacionados