Estudos sugerem relação entre tipo sanguíneo e forma grave da covid-19

Apesar disso, a professora Mayana Zatz diz que outros estudos devem ser feitos para se comprovar essa relação

Entender por que o coronavírus pode ser letal para algumas pessoas ainda é um mistério. Na edição de hoje de Decodificando o DNA, a professora Mayana Zatz comenta dois estudos, publicados recentemente, que sugerem que o grupo sanguíneo pode influenciar na severidade da covid-19.
O primeiro, publicado na revista The New England Journal of Medicine, reuniu quase 2 mil pacientes de sete hospitais localizados na Itália e na Espanha. O segundo, realizado pela empresa privada de genômica pessoal e biotecnologia 23andMe, se baseou em um questionário enviado a milhares de pessoas que já haviam mandado seu DNA anteriormente para análise.
Clique no áudio acima e ouça os comentários e a análise da coordenadora do Centro de Pesquisas do Genoma Humano e Células-Tronco (CEGH-CEL) da USP.
O artigo do jornal The Washington Post que Mayana Zatz cita nesta coluna pode ser lido aqui.

Decodificando o DNA
A coluna Decodificando o DNA, com a professora Mayana Zatz, vai ao ar quinzenalmente toda quarta-feira às 10h50, na Rádio USP (São Paulo 93,7 FM; Ribeirão Preto 107,9 FM) e também no Youtube, com produção do Jornal da USP e TV USP.

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