Marchinhas politicamente incorretas

Para muitos, o politicamente correto é uma censura à liberdade de expressão. Mas será mesmo?

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Foto: Reprodução
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O politicamente correto chegou às marchinhas de Carnaval. As letras de algumas delas têm sido colocadas em xeque por serem consideradas machistas, homofóbicas e racistas. Um exemplo é a música A faixa amarela, cuja letra diz que um homem vai presentear a sua amada e sugere que, se ela tiver alguma relação extraconjugal, vai sofrer castigos físicos e morais. Nessa lista, também estão músicas como Maria sapatão ou O teu cabelo não nega. No Rio de Janeiro, alguns blocos de Carnaval recusam-se a tocar marchinhas desse tipo.

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