Instituto Butantan busca autossuficiência na produção de vacina contra HPV

A transferência de tecnologia é feita do fim para o início do processo produtivo, afirma o diretor do Instituto Butantan

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Foto: Manuella Brandolff/Fotos Públicas
Foto: Manuella Brandolff/Fotos Públicas

Ao apresentar recentemente a segunda etapa do processo de transferência de tecnologia da vacina contra o vírus do HPV, o Instituto Butantan deu mais um passo para assegurar a autossuficiência na produção de um medicamento capaz de prevenir o câncer de colo uterino.

Nesta fase, o Butantan passará a testar a qualidade e embalar o produto no Brasil. Essa transferência é fruto de uma parceria entre o instituto, o Ministério da Saúde e a empresa farmacêutica MSD, subsidiária da empresa Merck.

A vacina contra o HPV é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) desde 2014 para meninas entre 9 e 13 anos e meninas e mulheres de 9 a 26 anos que vivem com HIV.

Segundo o diretor do Instituto Butantan, Jorge Kalil – que falou em entrevista à jornalista Simone Lemos -, a transferência de tecnologia compreende várias etapas antes de se chegar ao início do processo, que é a produção do princípio ativo.

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