“Doping” genético: de nascimento ou editado?

Com a possibilidade de edição de genoma, “doping” adquire outros contornos e levanta novas questões éticas

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Nesta edição de sua coluna para a Rádio USP, a geneticista Mayana Zatz fala de um assunto que interessa especialmente em épocas de eventos esportivos como a Copa: o doping. O tema agora adquire outros contornos com a possibilidade de edição genética por meio do sistema CRISPR (do inglês Clustered Regularly Interspaced Short Palindromic Repeats).

A professora do Departamento de Genética e Biologia Evolutiva do Instituto de Biociências (IB) da USP resgata algumas histórias sobre doping biológico, que até então envolvia principalmente a perigosa injeção de hormônios como a eritropoetina (que tem como resultado o aumento do nível de oxigênio muscular, mas pode causar problemas de saúde fatais) – e o equivalente genético, que obteria efeito semelhante. A esse respeito, coloca em discussão algumas questões éticas que se apresentam.

Ouça Mayana Zatz em sua coluna Decodificando o DNA, clicando no áudio acima.

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