Crianças rebeldes, dentistas abnegados

Crianças devem ser levadas ao dentista desde a mais tenra idade, mas não é o que costuma acontecer

Por - Editorias: Atualidades, Rádio USP
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Acompanhe a entrevista da repórter Simone Lemos com o titular da disciplina de Odontopediatria da Faculdade de Odontologia da USP, Marcelo Bönecker.

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Foto: USP Imagens
Foto: USP Imagens

Papais e mamães estão cansados de saber: crianças em clínicas odontológicas são um berreiro só. Os pequenos fogem da cadeira do dentista como o vampiro foge da cruz e as ninfas dos sátiros. Por sorte, sempre é possível contar com a ajuda de bons profissionais nos momentos de maior aperto.

Para um profissional de odontologia, tratar crianças é parte de sua rotina, não representando nenhum sacrifício extraordinário – ainda que algumas delas possam desafiar a paciência do mais abnegado dos monges tibetanos. Segundo Marcelo Bönecker, titular da disciplina de Odontopediatria da Faculdade de Odontologia da USP, faz parte da formação do futuro profissional de odontologia aprender a lidar com crianças  ainda quando  nos bancos das salas de aula da faculdade.

É claro, observa ele, que cada criança merece uma abordagem diferenciada, mas tudo é planejado para que se sintam o mais confortável possível. Na hora de enfrentar o medo e a birra, o dentista pode lançar mão de técnicas geralmente bem-sucedidas.

 

 

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