USP, Unesp e Unicamp participam de reunião no Colégio de Líderes

O encontro discutiu a PEC 5/2016, que altera o teto salarial dos servidores públicos no Estado de São Paulo

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(Da esq.p/dir, em pé) O presidente da Assembleia Legislativa, Cauê Macris; o reitor da Unesp, Sandro Roberto Valentim; o reitor da Unicamp, Marcelo Knobel; e o pró-reitor de Cultura e Extensão Universitária da USP, Marcelo de Andrade Roméro

Dirigentes da USP, Unesp e Unicamp participaram, no dia 9 de maio, de um encontro com parlamentares que integram o Colégio de Líderes das bancadas da Assembleia Legislativa. Estavam presentes à reunião o reitor da Unesp e presidente do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp), Sandro Roberto Valentini; o reitor da Unicamp, Marcelo Knobel; e o pró-reitor de Cultura e Extensão Universitária da USP, Marcelo de Andrade Roméro.

Na reunião, os representantes das três Universidades apresentaram argumentos favoráveis à Proposta de Emenda nº 5 (PEC 5/2016) da Constituição do Estado de São Paulo, que confere nova redação ao inciso XII do artigo 115, estabelecendo como limite único da remuneração, subsídio, proventos, pensões ou outra espécie remuneratória, no âmbito de São Paulo e de seus municípios, o valor do subsídio mensal dos desembargadores do Tribunal de Justiça.

Em nome do Cruesp, Valentini ressaltou o sistema ímpar do ensino superior paulista que, desde a criação da USP, em 1934, com a posterior fundação da Unicamp e da Unesp, se faz presente em mais de 30 cidades de todo o Estado com ensino público, gratuito e de qualidade.

O reitor da Unesp destacou, ainda, que a atual legislação, ao limitar a remuneração dos servidores das Universidades ao subsídio do governador do Estado, desestimula os docentes a prosseguirem em suas carreiras nas universidades públicas paulistas, devido ao achatamento dos salários.

Da mesma forma, tal limitação prejudica o recrutamento de jovens talentos, que optam por uma carreira em universidades no exterior, na rede privada ou em instituições federais, nas quais o teto salarial está bem acima do das universidades públicas paulistas. “A aprovação da PEC é importante para manter os professores, que são avaliados continuamente ao longo de suas carreiras, motivados. Também é essencial para o recrutamento de profissionais cada vez mais capacitados”, disse.

(Com informações e foto da Assessoria de Comunicação e Imprensa da Unesp)

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