Pesquisador do NEV analisa crescimento das mortes por arma de fogo no Brasil

Relatório aponta que em 2014 as armas de fogo mataram quatro vezes mais que a Aids no País e duas vezes mais negros que brancos; além disso, as políticas de controle das armas evitaram 133.987 homicídios

Por - Editorias: Ciências Humanas
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Foto: Divulgação/HAF
Foto: Divulgação/Mapa da violência no Brasil-2016

De 1980 a 2014 morreram perto de 1 milhão de pessoas vítimas de disparo de armas de fogo no território brasileiro. Nesse período, as vítimas passaram de 8.710, em 1980, para 44.861, em 2014, representando um crescimento de 415,1%. O elevado índice disparou por causa dos homicídios que cresceram cerca de 592,8%.

Essas informações constam do Mapa da Violência no Brasil – 2016, um estudo publicado em agosto pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso). Além da evolução dos homicídios no período de 1980 a 2014, a pesquisa apresenta dados sobre a incidência de fatores como sexo, raça, cor e idade das vítimas da mortalidade.

A jornalista Silvana Salles, do Núcleo de Divulgação Científica da USP, conversou com Marcelo Batista Nery, pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência (NEV) da USP, para falar sobre a metodologia e entender quais são as principais contribuições desse estudo para o combate à violência. Acompanhe a entrevista:

Acesse o relatório completo do Mapa da Violência no Brasil

Do Núcleo de Divulgação Científica da USP

Mais informações: site http://flacso.org.br/?p=16616

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