Oitenta por cento das mulheres não têm preferência de gênero para ginecologista

A escolha de profissionais femininas, necessariamente, acontece mais em jovens abaixo de 34 anos

Na coluna de hoje, o doutor Alexandre Faisal fala sobre o conflito de escolher entre uma mulher ou um homem como especialista ginecológico. Para ele, essa não é uma questão banal. Há um grande número de jovens homens entrando no mercado que optam por não escolher ginecologia como especialidade por conta dessa preferência.

Estudos internacionais mostram que hoje 8% das mulheres preferem o profissional masculino, 50%, uma ginecologista e 41% não têm preferência. Já no Brasil, os números divergem um pouco: apenas 2% das mulheres preferem um médico homem e 17%, uma médica mulher. O mais surpreendente é que 80% das participantes na pesquisa não indicaram preferência.

Ouça a coluna completa no player acima.

Textos relacionados