Corrupção e desigualdade formam círculo vicioso

Professor discute relatório da Transparência Internacional e os limites do combate à corrupção no Brasil

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É possível encontrar uma medida única para a corrupção no mundo? A publicação do Índice de Percepção da Corrupção de 2016, pesquisa organizada pela organização Transparência Internacional, é uma boa oportunidade para se trazer à tona essa questão.

Protesto contra a corrupção: marcha das vassouras - Foto: Senado Federal/Visual Hunt
Protesto contra a corrupção: Marcha das vassouras – Foto: Senado Federal/Visual Hunt

O cientista político José Álvaro Moisés, do Núcleo de Pesquisas em Políticas Públicas da USP, avalia que a corrupção é um fenômeno plural e diversificado, que deve ser observado em conjunto com o contexto particular de cada região. A consideração mostra que é preciso cautela ao observarmos números como os da transparência internacional.

Ainda assim, o estudo da organização serve como diagnóstico permanente de como especialistas e analistas políticos percebem a corrupção ao redor do mundo. O relatório deste ano destaca, entre outros fatores, a relação de práticas corruptas no setor público com a manutenção de desigualdades.

Nesta entrevista para a Rádio USP o professor Moisés comenta a publicação da transparência internacional, discute os avanços do combate à corrupção no Brasil e sua relação com a desigualdade no País e avalia como estes temas são abordados em protestos nas ruas.

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