Em tempos de coronavírus, recorra-se ao Estado

A colunista constata que, a despeito do neoliberalismo vigente, o Estado é o único com capacidade para conter ou suavizar a pandemia, que tanto estrago causa na economia mundial

“Quem foi duramente atingido pela pandemia e crise atual e está numa quarentena por tempo indeterminado é o ideal do Estado mínimo e a política de austeridade”. Assim começa sua coluna semanal para a Rádio USP a professora Marilia Fiorillo, para quem o cenário armado pela pandemia de coronavírus e pela guerra do petróleo entre Rússia e Arábia Saudita não poderia ser pior: nervosismo do mercado, bolsas despencando, empresas quebrando e a recessão a caminho ou já instalada. Como única saída, resta pedir socorro ao Estado, não ao mercado. E quanto mais rápido melhor.

Afinal, diz ela, o Estado, os governos e as políticas públicas surgem como os únicos com capacidade para conter ou suavizar a pandemia, que faz estragos pelo mundo inteiro. A paisagem é tão escura que até a poderosa e renomada publicação The Economist admite que a recessão é improvável, mas não impossível. “A Economist é o ícone dos ícones do neoliberalismo, livre mercado e globalização, mas não é insensata. Na hora do aperto, lembre que o Estado tem funções bem importantes”.

Acompanhe, pelo link acima, a íntegra da coluna.


Conflito e Diálogo
A coluna Conflito e Diálogo, com a professora Marília Fiorillo, vai ao ar toda sexta-feira às 10h50, na Rádio USP (São Paulo 93,7 FM; Ribeirão Preto 107,9 FM) e também no Youtube, com produção do Jornal da USP e TV USP.

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