Ciência USP #17: Por que o antissemitismo ainda persiste na sociedade?

Ninguém nasce racista ou antissemita. Mas discursos de ódio e mitos que existem há séculos, e que persistem nas sociedades atuais, prejudicam minorias. Neste episódio, conversamos com uma historiadora, uma socióloga e um psicanalista para tentar entender porque o antissemitismo tem aumentado nos últimos anos. No destaque dessa edição, nossa convidada é a bióloga Tabata Bohlen, do Dragões de Garagem

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Ciência USP #17: Por que o antissemitismo ainda persiste na sociedade?
Ciência USP

 
 
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No dia 1º de setembro de 1939, a Alemanha nazista invadiu a Polônia, dando início a Segunda Guerra Mundial. Nos anos que se seguiram, o exército de Hitler perseguiu, aprisionou e matou milhares de pessoas, principalmente judeus.

A Guerra terminou em 1945, mas o mesmo não se pode dizer do antissemitismo. O ódio aos judeus é algo que está presente na história há muitos séculos, e tem aumentado nos últimos anos. Neste Ciência USP, conversamos com a historiadora da USP Maria Luiza Tucci Carneiro, com o psicanalista Enrique Mandelbaum, e com a socióloga polonesa Renata Siuda-Ambroziak, da Universidade de Varsóvia, para tentar entender por que isso ocorre.

A professora Tucci lembra que ninguém nasce antissemita ou racista. Mas diante de alguns discursos de ódio e de alguns mitos que persistem há séculos cria-se um ambiente perfeito para a discriminação. Alguns desses mitos dizem que “os judeus mataram Cristo” ou que os “judeus dominam a economia mundial”. A historiadora coordena o Laboratório de Estudos sobre Etnicidade, Racismo e Discriminação (LEER) do Departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP.

E o destaque deste episódio é com a bióloga Tabata Bohlen, doutora em Ciências Morfofuncionais pelo Instituto de Ciências Biomédicas (ICB) da USP, e que faz parte da equipe do Dragões de Garagem.

No doutorado, a Tábata estudou os diferentes aspectos que buscam entender qual o controle do sistema nervoso central para o desencadear da puberdade. Depois, a bióloga pesquisou a influência do hormônio do crescimento e do seu receptor no desencadear do amadurecimento sexual em modelos animais de camundongos. Confira a reportagem completa em breve na Editoria de Ciências do Jornal da USP.

Ficha técnica

Apresentação: Silvana Salles
Reportagem: Ivanir Ferreira e Valéria Dias
Redação: Ivanir Ferreira, Silvana Salles e Valéria Dias
Edição: Beatriz Juska, Paulo Calderaro, Tabita Said e Thales Figueiredo

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