Trump aceita visitar Kim Jong-un

Especialista do Núcleo de Pesquisas em Relações Internacionais da USP comenta os detalhes do encontro entre os dois líderes

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A Casa Branca, no início de março,  aceitou o convite do líder norte-coreano Kim Jong-un para uma reunião acerca do seu programa nuclear. Tal encontro, que, segundo as autoridades norte-coreanas, deve ocorrer até maio, significa um marco histórico, pois é a primeira vez que um presidente estadunidense visita a Coreia do Norte. Ambos os líderes vinham de uma séria de discursos agressivos desde o fim do ano passado; contudo, esse encontro marca uma nova fase na relação entre os dois países.

Para Alexandre Uehara, coordenador do Núcleo de Pesquisas em Relações Internacionais da USP, o encontro representa um “alento” na situação de conflito entre as nações. Ele também comenta que tal convite, assim como a participação na olimpíada de inverno realizada na Coreia do Sul, significa uma mudança na postura de Kim Jong-un a respeito de suas relações com outros países.

O pesquisador também ressalta que, apesar de ser um avanço, é preciso observar o encontro com certo ceticismo, em virtude da grande desconfiança de ambas as partes: ”Temos que ser bastante realistas, no sentido de que não haverão grandes avanços”, afirma. De todo modo, para o especialista é importante manter o canal de comunicação entre as nações aberto.

Para saber mais sobre o tema, confira a entrevista completa no player acima.

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