Gravidez e os riscos do uso de medicamentos sem orientação

O uso incorreto pode acarretar malformações, deficiências funcionais, retardo do crescimento e até mesmo a morte

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Na primeira edição do Pílula Farmacêutica desta semana, o tema é a gravidez e os riscos que o uso de medicamentos sem orientação podem trazer. A gravidez é um período delicado, que exige mudança de hábitos para garantir a segurança do bebê e da mãe. Entre os cuidados que a futura mamãe deve ter, está o consumo de medicamentos, para que eles não prejudiquem o feto. O uso incorreto pode acarretar malformações, deficiências funcionais, retardo do crescimento e até mesmo a morte. Além dos medicamentos comuns, a grávida também deve evitar alguns fitoterápicos, homeopáticos, vitaminas, florais e cosméticos.

O risco acontece pelo fato de não existir barreira de proteção entre o feto e a mãe para evitar o contato das substâncias ingeridas pela grávida. A placenta é uma membrana permeável à maioria das substâncias ingeridas pela gestante e não atua como barreira de proteção. O maior cuidado deve ser tomado durante os três primeiros meses de gestação, pois é o período em que se inicia o desenvolvimento dos órgãos do embrião.

Vários estudos realizados classificaram os medicamentos em cinco categorias de risco para a gravidez. Não existem medicamentos que sejam completamente seguros para uma gestante. Por isso, é de extrema importância que ela sempre consulte o médico antes de utilizar qualquer medicamento.

O boletim Pílula Farmacêutica é apresentado pelos alunos de graduação da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP com supervisão da professora Regina Célia Garcia de Andrade. Trabalhos técnicos de Luiz Antonio Fontana. Ouça, no link acima, a íntegra do boletim.

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