Climatério não é doença e deve ser visto como processo biológico

Especialista enfatiza que existe variedade de tratamentos hormonais a ser adaptado para cada mulher

Segundo chefe da seção de Ginecologia do Hospital Universitário (HU) da USP,  Paulo Margarido, o climatério não pode ser entendido como doença, mas deve ser visto como um processo biológico. Ele explica que o climatério é o período de diminuição hormonal da mulher, durando entre cinco anos antes da menopausa até dois anos depois desse evento. Já a menopausa marca o fim do período reprodutivo da mulher depois de um ano sem menstruar.

Foto: Andreia C. de Andrade via Flickr – CC

Paulo Margarido esclarece que o histórico da mulher, além de fatores como estresse e ansiedade podem influenciar nos sintomas que decorrem desse processo. O especialista recomenda que os tratamentos disponíveis, como a reposição hormonal, por exemplo, sejam acompanhados de boa alimentação e atividade física.

O Jornal da USP, uma parceria do Instituto de Estudos Avançados, Faculdade de Medicina e Rádio USP, busca aprofundar temas nacionais e internacionais de maior repercussão e é veiculado de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 9h30, com apresentação de Roxane Ré.

Você pode sintonizar a Rádio USP em São Paulo FM 93.7, em Ribeirão Preto FM 107.9, pela internet em www.jornal.usp.br ou pelo aplicativo no celular.

Política de uso 
A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal da USP e do autor. No caso dos arquivos de áudio, deverão constar dos créditos a Rádio USP e, em sendo explicitados, os autores. Para uso de arquivos de vídeo, esses créditos deverão mencionar a TV USP e, caso estejam explicitados, os autores. Fotos devem ser creditadas como USP Imagens e o nome do fotógrafo.


  • 2
  •  
  •  
  •  
  •