Nem sempre somos racionais quando o assunto é economia

Para Luciano Nakabashi, muitas vezes reagimos a incentivos com informações incorretas

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Nesta semana, a coluna de Luciano Nakabashi vai falar sobre racionalidade econômica. Na economia, o termo se refere ao indivíduo que busca otimizar suas atividades financeiras, de forma a maximizar a satisfação pessoal. Segundo o professor da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto, quando um indivíduo é racional, significa que, entre diferentes possibilidades e dentro de certas restrições orçamentárias, ele consegue escolher aquela que traz um maior retorno em termos de satisfação.

Nakabashi acrescenta que nem sempre as pessoas são racionais, em termos econômicos. “Por um lado, elas tendem a cometer erros em relação às probabilidades de ocorrência de eventos; ou tendem, em alguns casos, a serem muito confiantes, formando opiniões com base em amostras muito pequenas.” Soma-se a isso o fato dos indivíduos serem conservadores no que se refere às mudanças de comportamento. Em certos momentos, as pessoas ficam “arraigadas a certos pensamentos e ideias, mesmo que algumas coisas tenham se alterado ou se tenham novas informações de que aquilo não é muito correto”. Ouça entrevista completa com o professor na coluna “Reflexão Econômica”.

 

 

 

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