Gravidez na adolescência cai, em São Paulo, com ações de diálogo

Proporção de adolescentes no total de grávidas caiu de 20%, em 1998, para 13,2%, em 2016, nível comparável aos EUA

Por - Editorias: Atualidades, Rádio USP
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Segundo a coordenadora do programa Saúde do Adolescente da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, Albertina Takiuti, uma grande pesquisa realizada em 1998 mostrou que a gravidez na adolescência se devia mais à insegurança no uso do que ao desconhecimento dos métodos contraceptivos.

A gravidez na adolescência se devia à insegurança no uso dos métodos contraceptivos – Foto: EBC/Agência Brasil

A partir disso, explica a médica, foram implantados Centros de Atenção à Saúde do Adolescente (Casa) em pontos com elevados índices desse tipo de ocorrência. Investiu-se em capacitar mais de 14 mil profissionais e na abordagem focada no diálogo. Rodas de conversas tratando das consequência da gravidez nesse período surtiram efeito. A especialista destaca como recorrente o tema da gravidez, apesar do uso da pílula do dia seguinte.

Albertina, que também é médica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina (HC-FM) da USP, aponta que a proporção de adolescentes no total de grávidas caiu de 20%, em 1998, para 13,2%, em 2016, proporção comparável àquela encontrada nos Estados Unidos.

O Jornal da USP, uma parceria do Instituto de Estudos Avançados, Faculdade de Medicina e Rádio USP, busca aprofundar temas nacionais e internacionais de maior repercussão e é veiculado de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 9h30, com apresentação de Roxane Ré.

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