Papel ajuda a determinar composição química de diferentes tipos de amostras

No dia 16 de novembro, palestra em São Paulo mostra como o uso do material é aplicado até para detecção de moléculas

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Papel. Este simples material tem sido utilizado ao longo da história para determinarmos a composição química de amostras clínicas, forenses e ambientais. Para entender melhor o uso do material, basta acompanhar a palestra do projeto Química é Vida, no próximo sábado, 16 de novembro, na biblioteca Mário de Andrade, no centro da capital paulista.

O professor Thiago Paixão, do Instituto de Química (IQ) da USP, em São Paulo, será o responsável por explicar o uso do papel na química a partir de uma breve perspectiva histórica e o desenvolvimento que as pesquisas puderam alcançar. “Na primeira metade do século anterior, as pesquisas com papel foram, principalmente, focadas no uso para filtração e separação cromatográfica. Embora seu uso tenha diminuído com o surgimento da cromatografia, o papel continua sendo um substrato versátil para análises químicas de baixo custo.”

Paixão explica que outras análises também têm utilizado essa ferramenta. “Recentemente, vimos um interesse renovado ao se utilizar o papel visando análises portáteis e baratas em amostras clínicas, forenses e ambientais.”

A palestra começa às 10h30, com entrada gratuita e aberta a qualquer pessoa. Química é Vida é um projeto de divulgação científica da USP que busca abordar conhecimentos e maneiras de integrar a química ao cotidiano. As palestras ocorrem todo terceiro sábado do mês e são ministradas por professores e pesquisadores do Instituto de Química da USP, em São Paulo.

Evento | Química é Vida: Podemos detectar moléculas usando apenas papel? 
Data | 16 de novembro (sábado)
Horário | 10h30
Valor | Gratuito
Local | Biblioteca Mário de Andrade – Rua da Consolação, 94 – República, São Paulo – SP

Mais informações: página no Facebook.

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