Comissão especial acompanhará situação ambiental da EACH

O reitor designou, no dia 25 de fevereiro, uma comissão especial para acompanhar o andamento das providências que estão sendo adotadas para a regularização da situação ambiental da Escola de Artes, Ciências e humanidades (EACH) e propor, se for o caso, novas medidas que sejam pertinentes sobre o tema.

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O reitor designou, no dia 25 de fevereiro, uma comissão especial para acompanhar o andamento das providências que estão sendo adotadas para a regularização da situação ambiental da Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) e propor, se for o caso, novas medidas que sejam pertinentes sobre o tema.

Compõem a comissão os docentes Paulo Hilário Nascimento Saldiva, professor de Patologia da Faculdade de Medicina e coordenador do Instituto Nacional de Análise Integrada do Risco Ambiental, que presidirá o grupo; Eugênio Foresti, professor de Engenharia Ambiental da Escola de Engenharia de São Carlos; Alexandre Carlos Penha Delijaicov, professor de Projetos de Edificações da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo; Ana Maria de Oliveira Nusdeo, professora de Direito Ambiental da Faculdade de Direito; e Ricardo Magnus Osório Galvão, professor do Instituto de Física e presidente da Sociedade Brasileira de Física.

No último dia 21 de fevereiro, o reitor Marco Antonio Zago, o vice-reitor Vahan Agopyan e a Comissão estiveram na EACH, que está interditada por determinação da Justiça, devido à contaminação do solo, desde o dia 9 de janeiro deste ano.

“Trata-se de um conjunto de especialistas da Universidade, que não são parte da Administração da Universidade. São pessoas conceituadas, com história de produção científica, conhecimento e militância nessa área e são elas que vão nos aconselhar”, afirmou o reitor, após a visita. O dirigente garantiu que serão investidos os recursos necessários para resolver a questão ambiental da Escola, sem restrição orçamentária. “Primeiro, temos que embocar na solução técnica correta, porque não temos tempo para ficar experimentando várias soluções. E, em segundo lugar, temos que considerar os prazos que o próprio serviço público nos impõe para a aquisição dos equipamentos”, considerou.

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