Instabilidade e surpresas marcaram o ano político de 2018

No primeiro semestre, reinou a instabilidade provocada pela condenação de Lula; no segundo, a vitória surpreendente de Bolsonaro deu o tom

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O cientista político André Singer usa sua última coluna do ano para fazer uma breve retrospectiva dos fatos políticos mais marcantes de 2018. No primeiro semestre, ele destaca a instabilidade gerada em torno da candidatura do petista Luiz Inácio Lula da Silva, o qual, embora liderando as pesquisas de intenção de voto para a Presidência da República, foi condenado e posteriormente preso pela Operação Lava Jato, abalando os alicerces da política nacional, que, até então, vinha oscilando entre dois polos, o PSDB e o PT.

Já o segundo semestre foi, na visão de Singer, uma enorme surpresa, que culminou com a vitória do candidato Jair Bolsonaro nas urnas e sua eleição para presidente da República, a despeito dos prognósticos em contrário. Uma candidatura que cresceu bastante perto da reta final do primeiro turno e que foi alvo de atentado. Até então, não se acreditava que Bolsonaro, um candidato assumidamente de direita, pudesse sair vitorioso – uma vez que tinha um alto grau de rejeição, esperava-se que fosse derrotado por seu oponente no segundo turno, o que acabou não ocorrendo, um capítulo que caberá aos analistas tentar compreender e explicar.

Singer finaliza sua coluna observando que “o Brasil vive nesse momento uma enorme expectativa para saber como é que vai ser esse governo de um candidato que, inesperadamente, chegou à Presidência da República”. Acompanhe pelo link acima.

 

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