Uso excessivo de colírio pode levar a problemas nos olhos

Excesso e até mesmo o ambiente onde é armazenado podem prejudicar eficiência do produto

Nesta edição da coluna Fique de Olho, o professor Eduardo Rocha fala sobre colírios, tradicional meio de tratamento de doenças e desconfortos oculares e sobre a possibilidade de entrar em desuso.

O colírio é uma medicação embalada de forma diferente para uso externo, em gotas. Segundo o professor Rocha, ele “pode servir para clarear olhos vermelhos, controlar secreções, ajudar a diminuir a pressão do olho, entre diversas outras aplicações”.

No entanto, assim como qualquer outro tipo de medicamento, o uso inadequado e excessivo do colírio pode acarretar problemas devido aos conservantes e outras substâncias. “Guardar os frascos em temperatura ambiente e abertos por muito tempo, para uso ocasional e em eventos não bem caracterizados, pode causar problema para os olhos, como, por exemplo, os corticoides, que podem aumentar a pressão dos olhos. Colírios deixados próximos a crianças podem conter doses suficientes para causar intoxicação no caso de ingestão inadvertida.” 

Nesse cenário, “a modernização propõe reduzir a quantidade de produtos químicos, utilizados sem finalidade terapêutica, apenas para conservar e melhorar a permeabilidade”. Pesquisadores trabalham na área de nanotecnologia para buscar a maior eficiência do produto, mesmo com menos itens em sua composição.

Ouça no link acima a íntegra da coluna Fique de Olho.


Fique de Olho
A coluna Fique de Olho, com o professor Eduardo Rocha, vai ao ar toda quarta-feira às 10h00, na Rádio USP (São Paulo 93,7 FM; Ribeirão Preto 107,9 FM) e também no Youtube, com produção do Jornal da USP e TV USP.

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