Cálculo renal atinge 10% da população

Estudo metabólico e tratamento podem reduzir a frequência de formações dos cálculos

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Saúde sem Complicações desta semana recebe o professor Osvaldo Merege Vieira Neto, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP. Ele também é coordenador da enfermaria e preceptor da residência médica de Nefrologia do Hospital das Clínicas da FMRP (HCFMRP). 

Ele fala sobre cálculo renal, popularmente conhecido como pedra nos rins, uma concreção formada nas vias urinárias que pode ter diversas causas, como nutrição, distúrbios metabólicos ou hidratação. Quando formado o cálculo, o corpo humano tenta expeli-lo, causando muita dor.

De acordo com o professor, esses casos são os mais comuns relacionados aos rins e podem afetar cerca de 10% da população. Normalmente, estão ligados ao alto consumo de sal e proteína. Outro fator é a água, com a baixa ingestão a urina fica concentrada e pode levar à formação de pedras. “A água dilui os sais da urina.”

Além desses fatores, o histórico familiar também influencia no aparecimento dos cálculos, que pode caracterizar distúrbios metabólicos como excesso de eliminação de cálcio e ácido úrico na urina ou falta de substâncias protetoras da urina.

Vieira Neto ainda fala sobre a importância do estudo metabólico para descobrir o motivo da formação em pessoas que sempre têm cálculo. Esse estudo é feito por um nefrologista, que passará o tratamento, seja com dieta ou com medicamento, que diminuirá a frequência das pedras.

Por: Giovanna Grepi

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