Colunista comenta desafio de montar “Grande Sertão: Veredas” no teatro

O espetáculo, em cartaz no Sesc Pompeia, traz Caio Blat como o jagunço Riobaldo e Luiza Lemmertz como Diadorim

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Na coluna desta semana, o professor Guilherme Wisnik comenta a montagem da peça Grande Sertão: Veredas, dirigida por Bia Lessa, que voltou a São Paulo depois de apresentações em 11 cidades brasileiras para uma curta temporada. O elenco tem à frente os atores Caio Blat como Riobaldo e Luiza Lemmertz como Diadorim.

Wisnik destaca o desafio que foi traduzir a linguagem da obra de Guimarães Rosa para o teatro. A montagem é formada por uma instalação, visitada e experimentada pelo público diariamente na Área de Convivência do Sesc Pompeia, e o espetáculo, encenado numa grande gaiola de andaimes. São mais de duas horas de encenação dentro dessa estrutura, com o elenco em cena permanentemente, em que o público experimenta a dissolução das fronteiras entre início e fim do espetáculo; entre teatro, cinema e artes plásticas; entre literatura e encenação.

Exposta à visitação diariamente, a instalação contém 250 bonecos de feltro em tamanho humano. Eles compõem uma imagem permanente: a cena da morte de Diadorim como um presépio, passível da participação do público não só como espectador, mas também como agente da ação, ocupando o lugar da personagem.

Acompanhe o comentário completo no link acima.

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