Técnica de edição genética descoberta em 2012 ainda traz questionamentos éticos

Na edição desta coluna, Mayana fala sobre os desafios e as dúvidas trazidos pelo CRISPR

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O livro A decodificadora, escrito por Walter Isaacson, conta a história de Jennifer Doudna, uma das ganhadoras do Prêmio Nobel em 2020. Ela foi agraciada pela descoberta da técnica CRISPR, que permite editar genes. Na coluna de hoje (6), a professora Mayana Zatz se utiliza do conteúdo do livro para tratar dos desafios técnicos relacionados a essa nova tecnologia.

Durante cinco minutos, a diretora do Centro de Estudos sobre o Genoma Humano e Células-Tronco (CEGH-CEL) da USP discorre sobre os avanços tecnológicos que o CRISPR trouxe, como o tratamento de doenças genéticas (anemia falciforme e cegueira hereditária, por exemplo). Segundo ela, os ensaios em seres humanos já começaram, mas o custo estimado de cada tratamento individualizado pode chegar a US$ 1 milhão.

Diante disso, a geneticista faz muitos questionamentos, como a segurança sobre a precisão do método e as dúvidas ainda existentes, que podem trazer prejuízos a longo prazo.


Decodificando o DNA
A coluna Decodificando o DNA, com a professora Mayana Zatz, vai ao ar quinzenalmente toda quarta-feira às 10h50, na Rádio USP (São Paulo 93,7 FM; Ribeirão Preto 107,9 FM) e também no Youtube, com produção do Jornal da USP e TV USP.

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