O futebol deu um drible na inteligência artificial

Segundo Glauco Arbix o futebol é atividade humana e dificulta os trabalhos da inteligência artificial

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Glauco Arbix, nesta edição da Observatório da Inovação, fala sobre o uso da inteligência artificial para analisar quais times seriam os vencedores da Copa do Mundo.

O avanço da inteligência artificial está alcançando o mundo todo, entrando em domínios como a saúde, ajudando os médicos a aperfeiçoar os diagnósticos, as empresas a aumentarem sua eficiência; no entanto, os algorítimos para prever quem seria o vencedor da Copa da Rússia não funcionou.

A raiz do erro, segundo Arbix, é que o futebol como uma atividade humana de alta complexidade dificulta os trabalhos da inteligência artificial, porque são milhões de variáveis e não somente as que conseguimos escolher. “Por exemplo: o tempo, se chove ou não, se venta ou não; desempenho bom ou não; são algumas das variáveis que mostram que a inteligência artificial não funciona ou pelo menos terá uma dificuldade gigantesca”, observa.

Mais informações sobre inovação estão disponíveis no site do Observatório de Inovação do Instituto de Estudos Avançados (IEA) da USP.

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