Diversidade de anticoncepcionais colabora para melhor eficácia

Uso contínuo e nos horários corretos são a chave para evitar uma gravidez

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No primeiro Pílula Farmacêutica desta semana, anticoncepcionais são o tema abordado, em especial as pílulas. Estes remédios têm como base a combinação de hormônios, geralmente o estrogênio e a progesterona sintéticos, que atuam como bloqueadores da ovulação.

Os anticoncepcionais podem ser divididos de duas formas. Uma é a monofásica, em que todos os comprimidos possuem a mesma quantidade de hormônio e sua função é bloquear a ovulação pelo ovário. E a outra é a multifásica, em que as pílulas possuem diferentes quantidades de hormônios e contam com a função de imitar a produção hormonal do organismo para aquele dia do ciclo.

A minipílula é um outro medicamento que normalmente contém apenas progesterona em sua composição, com isso libera uma menor carga possível de hormônios. Ela age principalmente para impedir a entrada das células ou do esperma no útero.

Recentemente surgiram pílulas de hormônios bioidênticos, que são substâncias que têm estruturas químicas e moleculares iguais às geradas pelo organismo humano. São produzidos em laboratórios e servem para desempenhar as funções dos hormônios do corpo, desde o controle do ciclo menstrual até o tratamento da menopausa.

As diferentes pílulas são indicadas de forma particular para cada mulher. As chances de gravidez não dependem apenas das pílulas, mas principalmente da adesão ao tratamento medicamentoso, ingerindo-as todos os dias no mesmo horário e de forma correta.

Ouça na íntegra o boletim Pílula Farmacêutica.

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