Dados por trás das cidades inteligentes estão a serviço de quem?

Raquel Rolnik comenta sobre monopólio empresarial das informações utilizadas no fomento das “smart cities”

“Esse conhecimento sobre esses dados deve servir apenas e tão somente para que novos produtos possam ser ofertados ou eles podem servir para o empoderamento cidadão?” É essa a questão levantada pela professora Raquel Rolnik, que, na coluna desta semana, trata da propriedade dos pacotes de informação colhidos dos cidadãos e utilizados para fomentar as chamadas smart cities.

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