Anel vaginal não é indicado para todas as mulheres

O contraceptivo tem uma eficácia estimada em 98%, mas não previne ISTs

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O boletim Pílula Farmacêutica traz como primeiro tema da semana o anel vaginal, contraceptivo transparente, flexível e que, após ser inserido, libera aos poucos os hormônios no corpo, impedindo a liberação dos óvulos pelo ovário.

O contraceptivo também tem a função de tornar o muco cervical espesso, o que impede a chegada do espermatozoide até o óvulo. Este método deve ser utilizado por até três semanas contínuas, seguido de uma semana de pausa sem o anel.

O anticoncepcional deve ser usado apenas uma vez por mês e, quando feito de forma correta, sua eficácia é de cerca de 98%. Entres os problemas gerados pelo anel, estão o possível ganho de peso e surgimento de acne, além de não proteger das infecções sexualmente transmissíveis (ISTs).

Esse método não é recomendado para mulheres que sofrem com coagulação, diabete, pressão alta e doenças do fígado. Antes de começar a utilizar o anel, consulte sempre um ginecologista, para que assim possa avaliar se é o método mais adequado.

O boletim Pílula Farmacêutica é apresentado pelos alunos de graduação da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP, com supervisão da professora Regina Célia Garcia de Andrade e trabalhos técnicos de Luiz Antonio Fontana.

Ouça acima, na íntegra, o boletim Pílula Farmacêutica.

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