Prevenção da gravidez na adolescência requer ações concretas e contínuas

Prevenção vai além dos métodos contraceptivos: envolve estrutura social, conscientização e acessibilidade

 

Foto: EBC/Agência Brasil

Dados do Ministério da Saúde mostram que ocorrem 56,4 nascimentos a cada mil adolescentes no Brasil, número maior que a média internacional. A gravidez na adolescência ainda é uma questão que precisa de atenção. A educação tem papel fundamental na conscientização das meninas e meninos, e a estrutura da sociedade é um aspecto de grande influência nessa realidade.

Como nova medida, o Ministério da Saúde se juntou ao Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, ao Ministério da Cidadania e ao Ministério da Educação para criar uma agenda intersetorial que deve ser seguida até 2022. Para analisar esse assunto, convidamos Jacqueline Isaac Machado Brigagão, professora do curso de Obstetrícia da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP, que aposta em ações concretas e continuidade para a resolução da gravidez na adolescência.

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