Em relação a esse evento, Eli da Veiga comenta que os organizadores estão reunidos em Bonn, perdendo tempo discutindo preços de hotéis em Belém, sede do encontro, quando deveriam estar preocupados com o fato de que a convenção na qual a COP30 está baseada encontra-se falida. “Basta reler a convenção para perceber que, em 33 anos, ela não gerou nenhum resultado – enfim, o resultado é nulo. A ideia é que nós precisamos de uma coisa completamente diferente, o ideal seria que a COP30 fosse a última e que ali em Belém se convocasse algo muito mais enxuto, que cuidasse das empresas e dos bancos citados no início e, principalmente, que desse toda prioridade à questão dos benefícios que poderão vir a existir com a inteligência artificial. Quer dizer, a descarbonização poderá ser acelerada pela inteligência artificial e isso é um assunto que nem entra na discussão […] ninguém está dando atenção ao potencial que tem a inteligência artificial para a descarbonização.” Antes de encerrar, Eli da Veiga lembra que escreveu um artigo sobre esse tema na edição de amanhã (27) do jornal Valor Econômico.
Sustentáculos
A coluna Sustentáculos, com o professor José Eli da Veiga, vai ao ar quinzenalmente quinta-feira às 8h, na Rádio USP (São Paulo 93,7; Ribeirão Preto 107,9) e também no Youtube, com produção na Rádio USP, Jornal da USP e TV USP.
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