
Ciências
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Ringo e Suflair mostram caminho para proteção contra distrofia muscular
A pesquisa começou com dois cães Golden Retriever com distrofia muscular que, surpreendentemente, escaparam da doença. Eles fazem parte do modelo animal estudado pelo Centro de Pesquisa sobre o Genoma Humano e Células-Tronco e levaram à descoberta de uma alteração genética que promove a compensação a doença. No futuro, essa descoberta poderá ser a base de um novo tratamento para quem sofre com a distrofia muscular de Duchenne.
Linha do Tempo: o passo-a-passo da pesquisa
Mais de 8 anos de pesquisa, uma aposta errada e o sucesso de encontrar o gene Jagged1. Conheça o passo-a-passo do estudo que revelou por que os cães Ringo e Suflair têm distrofia muscular, mas não mostram sintomas da doença.
Galeria de Fotos – Distrofia Muscular
Pesquisadores brasileiros e americanos desvendaram um mecanismo que protege dois cães Golden Retriever da distrofia muscular. Confira as fotos.
Infográfico: descobrindo o papel do gene Jagged1
Como Ringo e Suflair conseguiram driblar a distrofia muscular? O infográfico explica as descobertas sobre o gene Jagged1. A pesquisa abre um novo caminho para buscar tratamentos para a distrofia muscular de Duchenne, que incapacita meninos.

Mayana Zatz: a escolha de cães como modelos e o esforço da pesquisa
A coordenadora do Centro de Pesquisa sobre o Genoma Humano e Células-Tronco fala sobre os dois cães que escaparam da doença e foram o ponto de partida para a pesquisa. Mayana Zatz estuda a distrofia muscular de Duchenne há mais de 40 anos e conta um pouco do que sabe sobre a doença na entrevista.
Natássia Vieira: o relato entusiasmado da história de uma investigação
Natássia Vieira, pós-doutora pela USP e pela Universidade de Harvard, foi a principal pesquisadora do artigo que aponta um novo caminho para o tratamento da Distrofia de Duchenne. Ela conta o passo-a-passo da investigação que durou mais de 8 anos no Brasil e nos Estudos Unidos.
Sergio Verjovski-Almeida: a procura pelos genes ativos nos cães especiais
Sergio Verjovski-Almeida, chefe do laboratório do Instituto de Química da USP conta como foram feitas as primeiras investigações e explica detalhadamente a técnica usada para analisar os genes que estão ativos nas células do músculo dos cachorros Ringo e Suflair.
Louis Kunkel: a década dos tratamentos
Professor de pediatria e genética da Escola de Medicina da Universidade de Harvard e diretor do Programa de Genômica do Boston Children’s Hospital conta parte de sua trajetória nas pesquisas sobre a distrofia muscular de Duchenne.
Yuri Moreira: o microarray e a primeira constatação da pesquisa
Yuri Moreira, doutor pelo Instituto de Química da USP, realizou o exame capaz de selecionar 66 genes candidatos a explicarem a diferença entre os cães sem sintomas e os cães com distrofia muscular.

Colaboração de CePID da USP com Harvard chega a gene que deixa cães com distrofia sem sintomas
Um gene ligado a processos de regeneração muscular está fortemente ativado em cães que, embora sofram de distrofia muscular, apresentam poucos sintomas da doença, afirma artigo da revista Cell. Até agora desconhecida, a associação entre o gene Jagged1 e a doença de Duchenne abre novas possibilidades de tratamento, com base no entendimento do mecanismo que protege esses cães excepcionais. Em humanos, a distrofia muscular de Duchenne afeta um entre 3 a 5 mil meninos e não tem cura.
O Centro do Genoma Humano da USP e os 50 anos de estudo da distrofia muscular
Em 1968, quando Mayana Zatz começou a pesquisar, pouco se sabia sobre a distrofia muscular de Duchenne. Naquela época, ela era estudante de biologia no Instituto de Biociências da USP (IB). Quarenta e sete anos depois, tornou-se professora titular de genética do IB e coordenadora do Centro de Pesquisa do Genona Humano e Células-Tronco (HuG-CELL).
Ed. 1086 – 70 anos depois o mundo mudou?
Após o fim da Segunda Guerra Mundial, os conflitos, os massacres e a violência contra povos e etnias não deixaram de ocorrer em várias partes

Célula de tumor que se comporta como célula-tronco de embrião agrava tipo de câncer infantil
Estudos do Centro de Pesquisa sobre o Genoma Humano e Células-Tronco sugerem relação entre a gravidade da doença e a ação de genes que regulam a capacidade de transformação das células-tronco nos diferentes tecidos do corpo
Decapitação mais antiga das Américas ocorreu no Brasil
A descoberta, denominada “sepultamento 26”, é resultado de inúmeras expedições ao sítio arqueológico da Lapa do Santo, em Lagoa Santa. O grupo de pesquisadores explora o local desde 2001, por meio do projeto Origens, coordenado pelo paleoantropólogo Walter Alves Neves, do Laboratório de Estudos Evolutivos Humanos da USP.

Decisão do STF sobre doação eleitoral aponta para esgotamento de sistema
Segundo o cientista político Bruno Speck, ministros derrubaram um dos fundamentos do funcionamento das eleições nos últimos 20 anos
Grupos de pesquisadores encontram alvo para vacina universal contra a gripe
Os vírus influenza, que causam a gripe, sofrem muitas mutações enquanto infectam os homens e os animais. Atualmente, a cada ano é oferecida à população uma nova vacina, que protege contra os vírus mais frequentes da temporada. Pesquisas recentes indicam possíveis caminhos para tornar possível uma vacina única para todos os tipos de gripe.
Ringo e Suflair mostram caminho para proteção contra distrofia muscular
A pesquisa começou com dois cães Golden Retriever com distrofia muscular que, surpreendentemente, escaparam da doença. Eles fazem parte do modelo animal estudado pelo Centro de Pesquisa sobre o Genoma Humano e Células-Tronco e levaram à descoberta de uma alteração genética que promove a compensação a doença. No futuro, essa descoberta poderá ser a base de um novo tratamento para quem sofre com a distrofia muscular de Duchenne.
Linha do Tempo: o passo-a-passo da pesquisa
Mais de 8 anos de pesquisa, uma aposta errada e o sucesso de encontrar o gene Jagged1. Conheça o passo-a-passo do estudo que revelou por que os cães Ringo e Suflair têm distrofia muscular, mas não mostram sintomas da doença.
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Infográfico: descobrindo o papel do gene Jagged1
Como Ringo e Suflair conseguiram driblar a distrofia muscular? O infográfico explica as descobertas sobre o gene Jagged1. A pesquisa abre um novo caminho para buscar tratamentos para a distrofia muscular de Duchenne, que incapacita meninos.

Mayana Zatz: a escolha de cães como modelos e o esforço da pesquisa
A coordenadora do Centro de Pesquisa sobre o Genoma Humano e Células-Tronco fala sobre os dois cães que escaparam da doença e foram o ponto de partida para a pesquisa. Mayana Zatz estuda a distrofia muscular de Duchenne há mais de 40 anos e conta um pouco do que sabe sobre a doença na entrevista.
Natássia Vieira: o relato entusiasmado da história de uma investigação
Natássia Vieira, pós-doutora pela USP e pela Universidade de Harvard, foi a principal pesquisadora do artigo que aponta um novo caminho para o tratamento da Distrofia de Duchenne. Ela conta o passo-a-passo da investigação que durou mais de 8 anos no Brasil e nos Estudos Unidos.
Sergio Verjovski-Almeida: a procura pelos genes ativos nos cães especiais
Sergio Verjovski-Almeida, chefe do laboratório do Instituto de Química da USP conta como foram feitas as primeiras investigações e explica detalhadamente a técnica usada para analisar os genes que estão ativos nas células do músculo dos cachorros Ringo e Suflair.
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Professor de pediatria e genética da Escola de Medicina da Universidade de Harvard e diretor do Programa de Genômica do Boston Children’s Hospital conta parte de sua trajetória nas pesquisas sobre a distrofia muscular de Duchenne.
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Yuri Moreira, doutor pelo Instituto de Química da USP, realizou o exame capaz de selecionar 66 genes candidatos a explicarem a diferença entre os cães sem sintomas e os cães com distrofia muscular.

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O Centro do Genoma Humano da USP e os 50 anos de estudo da distrofia muscular
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