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Professor de Comunicação Digital da Escola de Comunicações e Artes da USP. Trabalha com internet desde 1994 e já foi diretor de algumas das maiores agências de publicidade do País. Hoje é consultor em Inovação Digital, com clientes no Brasil, Estados Unidos, Europa e Oriente Médio.
Horário: quinzenalmente, sexta-feira, às 8h00 Rádio USP 93,7 São Paulo / 107,9 Ribeirão Preto
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Cidadania digital, movimento social digital e “cliquetivismo”
Luli Radfahrer explica o que há por trás desses conceitos, sempre lembrando que ser um cidadão digital é participar ativamente da sociedade por meio das tecnologias hoje existentes
Relacionamentos virtuais podem ser portas para armadilhas
“Na mídia de relacionamento, todo mundo está maquiado, todo mundo está usando aplique e todo mundo está usando alguma espécie de implante para ficar mais ‘lindão'”
Como a mídia tradicional vai se manter com o avanço digital?
“Se você é um jornalista como eram os jornalistas até a década de 1990, bom, então a sua profissão morreu, meu amigo”
A publicidade em tempos de redes sociais
“A publicidade vai voltar a ser o que era em 1950, 1960, vai ser mais direta, mais automatizada e muito menos artística”, avalia Luli Radfahrer
E-learning e edtech com inteligência artificial: o futuro da educação?
O professor continua sendo essencial para orientar, inspirar e desenvolver habilidades socioemocionais no aluno, enquanto a IA cuida da tarefa repetitiva e análise de dados
“Vibe coding”, uma nova forma de desenvolver softwares
“Uma coisa é certa: de todas as profissões atingidas pela inteligência artificial, nenhuma vai sofrer mais transformações do que o próprio desenvolvimento de softwares”
Dependência digital ou problema de comportamento?
Para Luli Radfahrer, a maior parte das pessoas não tem vício digital, mas sim um problema de comportamento
A arte humana e a arte gerada por máquina
“A gente vai ter uma coexistência cada vez maior entre a arte humana e a arte gerada por máquina”, afirma Luli Radfahrer
Dados sintéticos imitam os dados reais… Até certo ponto
Segundo Luli Radfahrer, os maiores problemas nos dados artificiais são o viés e a imprecisão
O vício em tecnologia é real
De acordo com Luli Radfahrer, a tecnologia foi projetada para prender a atenção, por isso a necessidade de criar hábitos de consumo conscientes
A telemedicina é um avanço significativo, mas precisa ser estendida a todos
Para Luli Radfahrer, tudo se resume ao avanço da tecnologia, que precisa resolver as questões e as diferenças sociais, senão pode aumentar a diferença hoje já existente
Um assunto polêmico: celular para crianças
Escola, professor, direção e pais precisam começar a falar sobre uso do celular, porque, se não for falado, vai ser feito do jeito errado e aí as consequências serão piores
O tecno-otimismo, o tecno-pessimismo e o meio-termo
A crença de que a tecnologia pode resolver tudo, inclusive os grandes desafios globais, é um exemplo do tecno-otimismo; por outro lado, a desigualdade não diminuiu com o uso de mais tecnologia
Reflexões sobre a soberania tecnológica de um país
Segurança cibernética, dependência e independência tecnológica são os tópicos abordados nesta coluna por Luli Radfahrer
Época de eleição é época de as redes sociais influenciarem eleitores
Luli Radfahrer diz que isso ocorre com a ajuda da inteligência artificial, que espalha desinformação e reforça o discurso polarizador e sensacionalista
Startups precisam resolver não apenas negócio e tecnologia, mas também serviços, ou o tripé fica descalibrado
De acordo com Luli Radfahrer, todo produto inovador tem três facetas, mas as incubadoras insistem em trabalhar com apenas duas delas
A questão: ser ou não ser um nômade digital
Luli Radfahrer analisa os prós e os contras dessa ideia, que se tornou muito popular durante e após a pandemia, mas que, na verdade, considera uma grande ilusão
Os perigos do entretenimento em veículos
Em sua coluna, Luli Radfahrer aborda a questão das tecnologias a serviço do entretenimento do motorista, a despeito da distração que podem causar e do risco de acidentes
O LinkedIn e a ameaça à segurança empresarial
Luli Radfahrer acredita que a empresa precisa entender que nem todo marketing é bom marketing e que sempre existem ameaças à espreita
Não é inteligência e não é artificial
Colunista avalia a inteligência artificial, alertando sobre o risco de concentrar tanto poder nas mãos de algumas poucas empresas





















