Programa USP Internacional reforça relação com embaixadas e consulados

Evento realizado no Auditório István Jancsó, da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, no dia 28 de junho, reuniu diplomatas de embaixadas e consulados instalados no Brasil para a apresentação do Programa USP Internacional.

Share on Facebook0Share on Google+0Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn0Print this pageEmail

Evento realizado no Auditório István Jancsó, da Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin, no dia 28 de junho, reuniu diplomatas de embaixadas e consulados instalados no Brasil para a apresentação do Programa USP Internacional

O reitor João Grandino Rodas (em pé), (da esq.p/dir) o embaixador Fernando Barreto, do Ministério das Relações Exteriores (MRE); secretário-geral do Programa USP Internacional, embaixador Renato Prado Guimarães; e vice-reitor Executivo de Relações Internacionais, Aluísio Augusto Cotrim Segurado

Em importante oportunidade de estreitar relações com as representações diplomáticas de diversos países, o vice-reitor Executivo de Relações Internacionais, Aluísio Augusto Cotrim Segurado, falou sobre a história da Universidade, lembrando a importância das chamadas “missões estrangeiras” [professores da França, Itália, Alemanha, Inglaterra e Estados Unidos que vieram lecionar na USP em 1934] e ressaltando que o mundo globalizado de hoje exige um ensino superior mais internacional. “A USP só conseguiu alcançar o patamar em que está por causa da sinergia entre docentes brasileiros e os pesquisadores de outros países, dinamizando as ações acadêmicas da Universidade”, afirmou.

Como considerou o reitor João Grandino Rodas, “não fazemos nada sozinhos, precisamos trabalhar em conjunto – o que nem sempre é fácil. Não adianta só existir o mecanismo e, por isso, precisamos do apoio do corpo diplomático e do interesse na cooperação. Nosso objetivo é fazer com que a USP aproveite melhor este momento de evidência e dê continuidade e manutenção aos projetos que já estão em andamento. Só assim a USP poderá fazer mais pelo Brasil e levar um maior conhecimento do que é o Brasil para os países de fora”.

A diretora-adjunta do Núcleo Internacional da USP em Londres, Marisa Regitano d’Arce, apresentou as ações que serão desenvolvidas para fortalecer a presença da USP no exterior, fomentar as iniciativas de internacionalização e promover a integração da comunidade acadêmica estrangeira na USP.

O secretário-geral do Programa USP Internacional, embaixador Renato Prado Guimarães, expôs as primeiras ações do Programa, como a elaboração de um inventário das dificuldades do dia-a-dia que tornam empecilhos para o processo de internacionalização, como problemas para tirar o visto, falta de informações em inglês, falta de acomodação e falta de funcionários que falem inglês. Outra medida a ser adotada é a análise dos convênios já assinados, para averiguar possíveis inativos e outros passíveis de reavaliação.

Quanto aos núcleos internacionais, os escritórios devem iniciar suas atividades já no próximo semestre. Também deverá ser avaliada a viabilidade de firmar parcerias com outras universidades para a troca de escritórios, uma promissora modalidade de cooperação. Outras ferramentas de internacionalização serão estudadas e definidas como, por exemplo, a instalação de Cátedras da USP em outros países, dependendo dos interesses da pesquisa.

Programa USP Internacional

Lançado em abril de 2013, o Programa USP Internacional tem o objetivo de ampliar a internacionalização das atividades da Universidade, por meio da consolidação de parcerias com instituições de ensino superior, setores empresariais e organizações governamentais e não governamentais no exterior; do desenvolvimento de novos programas de bolsa; e do incremento e da agilização de iniciativas já em curso na Universidade. Além de contribuir para a ampliação da visibilidade da Universidade fora do país, o programa é uma ferramenta para o aprimoramento da qualidade da instituição.

Uma das principais ações do programa é a abertura de quatro núcleos internacionais – em São Paulo, Boston, Londres e Singapura –, que atuarão em quatro grandes áreas do globo, com a função de agentes irradiadores. Os escritórios serão responsáveis por promover eventos científicos, divulgar as atividades da USP, identificar oportunidades para parceira entre pesquisadores brasileiros e estrangeiros, entre outras iniciativas.

Além dos núcleos internacionais, o programa também institui três projetos distintos: um que incentiva o intercâmbio dos servidores técnico-administrativos, com o objetivo de proporcionar ao quadro de funcionários a oportunidade de desenvolver seus conhecimentos, habilidades e atitudes profissionais por meio de atividades de intercâmbio fora do país; outro que fornece bolsas para professores visitantes e outro que apoia a vinda de alunos estrangeiros de Graduação para a Universidade.

(Foto: Ernani Coimbra)

Share on Facebook0Share on Google+0Tweet about this on TwitterShare on LinkedIn0Print this pageEmail

Textos relacionados