Marcia Avanza

Marília Fiorillo - Conflito e Diálogo

A maior derrota do século

Marília Fiorillo comenta o surpreendente resultado do segundo turno na eleição francesa e o fracasso descomunal da extrema-direita

Marília Fiorillo - Conflito e Diálogo

Nossas palavras de ordem estão em desordem

Marília Fiorillo lamenta que 2023 tenha sido um ano de muito conflito e pouco diálogo, abrindo espaço para o desencanto e o pessimismo… e também para um poema de Bertolt Brecht

Marília Fiorillo - Conflito e Diálogo

Crueldade e indiferença

Para Marília Fiorillo, vivemos na era da crueldade, na qual o sadismo virou regra, não espanta mais ninguém e está encapsulado por uma couraça de indiferença

Marília Fiorillo - Conflito e Diálogo

A impune repetição da história

Marília Fiorillo comenta livro do intelectual palestino Edward Said, de 1978, mas que bem poderia ter sido escrito agora, dada a insistência de um passado imerso em derramamento de sangue em retornar

Marília Fiorillo - Conflito e Diálogo

Por quem os sinos dobram

Marília Fiorillo manifesta sua indignação diante das “violações sistemáticas dos direitos humanos e da Convenção de Genebra” a que se assiste no Oriente Médio

Marília Fiorillo - Conflito e Diálogo

A maior derrota do século

Marília Fiorillo comenta o surpreendente resultado do segundo turno na eleição francesa e o fracasso descomunal da extrema-direita

Marília Fiorillo - Conflito e Diálogo

Nossas palavras de ordem estão em desordem

Marília Fiorillo lamenta que 2023 tenha sido um ano de muito conflito e pouco diálogo, abrindo espaço para o desencanto e o pessimismo… e também para um poema de Bertolt Brecht

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Crueldade e indiferença

Para Marília Fiorillo, vivemos na era da crueldade, na qual o sadismo virou regra, não espanta mais ninguém e está encapsulado por uma couraça de indiferença

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A impune repetição da história

Marília Fiorillo comenta livro do intelectual palestino Edward Said, de 1978, mas que bem poderia ter sido escrito agora, dada a insistência de um passado imerso em derramamento de sangue em retornar

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Por quem os sinos dobram

Marília Fiorillo manifesta sua indignação diante das “violações sistemáticas dos direitos humanos e da Convenção de Genebra” a que se assiste no Oriente Médio

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