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Envelhecimento Ativo traz novas ações para promover saúde e bem-estar aos servidores da USP
Com apoio da Superintendência de Saúde da USP, programa será relançado no dia 3 de junho com novas atividades e muita energia
Participantes da edição anterior do programa Envelhecimento Ativo - Fotos: Cecília Bastos/USP Imagens
O programa Envelhecimento Ativo está de volta para orientar os funcionários da USP a trabalhar e viver com mais qualidade e energia. Ele traz também uma nova proposta, a de ser realizado não só na Cidade Universitária, mas em todos os campi. “Este projeto está sendo relançado a partir do próximo dia 3 de junho”, explica o coordenador, professor e médico, Egídio Lima Dórea. “O programa, interrompido na pandemia, volta, depois de cinco anos, em novo formato. Terá uma plataforma digital, com a adesão de mais unidades parceiras que estão nos ajudando a determinar pontos importantes para garantir a vitalidade do programa.”
O Envelhecimento Ativo retoma as atividades, vinculado à Superintendência de Saúde da USP (SAU). “A meta é melhorar a qualidade de vida dos funcionários da Universidade”, explica o coordenador. “E a prioridade é continuar com o mesmo objetivo principal, que é envelhecer de uma forma ativa e saudável.” Neste contexto, o programa foi criado com o objetivo de oferecer aos funcionários oportunidades para que essas escolhas e ações fossem implementadas. “Na fase anterior do programa tivemos a participação de 900 funcionários que estão sendo convidados a retornar. E os resultados foram muito bons: redução das taxas de sedentarismo e obesidade, melhor controle das doenças crônicas, como hipertensão arterial e diabetes mellitus, e, o mais importante, que é a melhora na qualidade de vida.”
O programa Envelhecimento Ativo será relançado no próximo dia 3 de junho com um encontro especial, das 8 às 12 horas, no auditório do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP, na avenida Professor Luciano Gualberto, 1.289, no campus da USP no bairro do Butantã. (Leia a programação ao final desta matéria.)
Egídio Lima Dórea, médico e coordenador do programa Envelhecimento Ativo - Foto: arquivo pessoal
“Os profissionais quando prestam o concurso para entrar na USP, acabam se dedicando por anos a fio.” Dórea conta que o tempo na Universidade passa muito depressa. “Por que não se preparar não só para envelhecer, mas para melhorar a qualidade de vida? Com essa meta, as unidades parceiras trabalham no programa em várias frentes como saúde física, mental, social, familiar. E tem também um ítem muito importante que é o capital financeiro”.
O médico, que também atende no Hospital Universitário e coordena o programa USP 60+, destaca: “Procuramos preparar os participantes para o envelhecer saudável também do ponto de vista econômico. Eles são orientados a ter uma vida bem estruturada para quando se aposentarem. Ou seja, terem um capital saúde”.
Procuramos preparar os participantes para o envelhecer saudável também do ponto de vista econômico. Eles serão orientados a ter uma vida bem estruturada para quando se aposentarem. Ou seja, terem um capital saúde.”
Novos recursos que os participantes do programa Envelhecimento Ativo vão encontrar:
- SOF – Serviço de Orientação Financeira: jornadas de educação e acompanhamento financeiro
- Psicologia: rodas de conversa e atividades terapêuticas
- Orientação educativa sobre saúde planetária e necessidade de uma participação mais ativa de todos
- Orientação sobre saúde dos pets e sua relação com a saúde do participante
- Orientação e acompanhamento da saúde bucal
- Acompanhamento gerontológico-gestor da longevidade
- Orientação fisioterapeuta focada em postura e dor crônica
Entre os que atuam no programa estão profissionais de diversas áreas. “Há economistas, especialistas em educação física, esportes, e também nutricionistas, psicólogos, enfermeiros. Pessoas que atuam em diversas frentes importantes para a saúde e também na convivência no trabalho”, explica Joana Borsatto Rossi, enfermeira especializada em saúde ocupacional do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT).
Joana explica que estão no projeto diversas unidades como a Escola Politécnica; o Instituto de Matemática e Estatística; o Instituto de Física; a Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade; o Instituto de Biociências; e a Superintendência de Comunicação Social.
Joana Borsatto Rossi, enfermeira especializada em saúde ocupacional, e Alexandre Pereira, responsável geral da Guarda Universitária - Foto: Leila Kiyomura e Arquivo pessoal
“As unidades parceiras participam com os funcionários e estagiários. Também a Guarda Universitária está presente para garantir a segurança nas atividades do programa.” O responsável geral, Alexandre Pereira, lembra que a sua equipe continua firme para atuar e colaborar no Envelhecimento Ativo. “Temos uma equipe que se reveza em plantões 24 horas para garantir a segurança dos funcionários, estudantes e todos que frequentam o campus”, esclarece. “Já participamos antes e agora com essa retomada do programa, vamos continuar a garantir a paz e a proteção de todos.” A Guarda Universitária esclarece sobre o cotidiano na USP, orientando na rotina das caminhadas pelo campus e também nos cuidados que os ciclistas, pedestres e motoristas devem ter.
O médico Egídio Dórea faz uma observação importante, ressaltando que o Envelhecimento Ativo não deve ser uma preocupação apenas para os idosos, mas para pessoas de todas as idades: “Há uma perspectiva de que ocorrerá, em 2050, a inversão demográfica no Brasil. Haverá mais idosos do que jovens”. Realidade que exige políticas de saúde. Mas também educação, arte, treinamento, mercado de trabalho. E também fomentar a participação dos jovens.
Conscientes desse futuro, estagiárias do curso de Gerontologia da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (EACH-USP) estão colaborando no Envelhecimento Ativo e já estão buscando aprender a desenvolver habilidades para ajudar e orientar nos programas de saúde. Elas fizeram questão de estarem presentes na última reunião, dia 13 de maio, e de trocar ideias sobre a importância do relançamento do programa.
Há uma perspectiva de que ocorrerá, em 2050, a inversão demográfica no Brasil. Haverá mais idosos do que jovens.”
Estagiárias de gerontologia colaboram com o Envelhecimento Ativo e já se preparam para atender os funcionários "com alegria e jovialidade” - Foto: Leila Kiyomura
Envelhecer com dignidade: direito de todos
Ana Beatriz acredita que a convivência com a equipe mostra que a iniciativa faz a diferença tanto na rotina dos funcionários como na dos estagiários e da equipe. “O projeto também nos ensina que envelhecer bem é possível quando há apoio, acolhimento e estímulo à participação ativa na vida social. Como jovem e futura profissional, vejo essa oportunidade como um exercício de promoção da saúde e do envelhecimento ativo, permitindo colocar em prática o que aprendemos em sala de aula, considerando o ser humano em sua integralidade biopsicossocial.”
Na avaliação da futura gerontóloga, o projeto tem potencial para transformar vidas por meio da promoção de vínculos, de atividades físicas, do acompanhamento em saúde e de ações educativas. “Como sugestão, acredito ser importante incluir pautas como a sexualidade na velhice, por meio de rodas de conversa ou questionários, além de acolher com mais atenção a população LGBTQIAPN+, que também envelhece e muitas vezes permanece invisibilizada.”
Ana Beatriz, que vai gostar de ouvir as histórias dos funcionários que já considera amigos do Envelhecimento Ativo, também conta sobre o legado que a levou até a USP. Ela conta, também, a sua história: “Escolhi a Gerontologia porque acredito que envelhecer com dignidade, saúde e afeto é um direito de todos, e não um privilégio de poucos. Tenho 26 anos e, ao longo da minha jornada, principalmente na gerontologia, fui percebendo como o envelhecimento da minha mãe, uma mulher negra, tem sido marcado por negligências silenciosas”. Mesmo sem ainda ser considerada uma pessoa idosa, ela já sente no corpo e na mente os efeitos de uma trajetória atravessada por desigualdades, sobrecarga e invisibilidade. E pontua: “Acompanhar essa realidade me fez entender que o envelhecimento começa muito antes dos 60 anos. Ele é moldado pelas condições sociais, pelas oportunidades negadas, pelo acesso à saúde e pelo reconhecimento que recebemos ou não ao longo da vida. A Gerontologia, para mim, é compreender essas trajetórias e lutar por transformações. Quero contribuir para que mulheres como a minha mãe tenham a chance de envelhecer com respeito, saúde e justiça”.
Ana Beatriz: “O projeto também nos ensina que envelhecer bem é possível quando há apoio, acolhimento e estímulo à participação ativa na vida social…" - Foto: Arquivo pessoal
“Sou bacharelanda em Gerontologia na Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo (EACH-USP), atualmente no terceiro ano da graduação. Também sou estagiária no Portal do Envelhecimento e Longeviver e na Unidade Básica de Assistência à Saúde (Ubas) do Hospital Universitário da USP”, conta Ana Beatriz Ferraz. “Participar do Projeto Envelhecimento Ativo tem sido uma experiência benéfica. Estou em um momento inicial, conhecendo o funcionamento do projeto antes da pandemia e pensando em formas de contribuir para sua retomada. Ainda não tive uma convivência com os participantes, mas tenho aprendido bastante com os profissionais que fazem parte do projeto. São pessoas comprometidas, com quem tenho trocado experiências e ideias. Espero, em breve, poder me aproximar mais dos participantes, escutar suas histórias e contribuir diretamente nas atividades voltadas a eles.”
Conhecimento técnico e humanização
Raissa Heizenreider tem 20 anos e está no 5º semestre do bacharelado em Gerontologia. “Participar do Projeto Envelhecimento Ativo tem sido uma experiência muito interessante”, diz animada. “Ele representa tudo aquilo em que acreditamos como estudantes de Gerontologia. Fico ainda mais feliz por ver que o projeto abre portas para que a gente se desenvolva como futuros profissionais, especialmente no campo da gestão do cuidado. Gostaria muito que mais pessoas soubessem da existência do bacharelado em Gerontologia. Por meio desse projeto, temos a chance de mostrar o potencial e o diferencial da nossa formação, na qual unimos conhecimento técnico e humanização, e isso faz toda a diferença na assistência.”
Raissa conta que tem muito a aprender e ensinar. “Considerando minhas vivências na universidade, acredito que exercício físico, boa alimentação e check-ups regulares são fundamentais para a qualidade de vida. Mas não só isso. Cultivar boas relações sociais, estimular o cérebro e, acima de tudo, acreditar em si, são atitudes que fazem a diferença. Além disso, é necessário combater crenças negativas sobre a velhice, que muitas vezes limitam o desenvolvimento pessoal. Desejo, como futura gerontóloga, promover o envelhecimento ativo e com autoestima.”
Junto com a gerontologia, Raíssa planeja, também, pesquisar e orientar dicas culturais sobre livros e filmes, trocar ideias, ouvir histórias e dialogar. “Bem, o que eu diria aos jovens que vão participar do Envelhecimento Ativo?” Raíssa dá todo o apoio, orientando: “A velhice é o resultado de como vivemos a vida toda. Então, quanto antes começarmos a cuidar da nossa saúde física e mental, melhor. Envelhecer bem é um processo de construção diária”.
Raíssa Heizenreider: "Envelhecer bem é um processo de construção diária" - Foto: Arquivo pessoal
Ambientes ricos de conhecimento
Estudante do terceiro ano de Gerontologia, Bruna Magro Fioravante, defende: “O projeto Envelhecimento Ativo tem muitos benefícios principalmente por ter um olhar gerontológico em aspectos biopsicosociais, entendendo todo o entorno desse profissional que está sendo acompanhado e todo esse cuidado que é muito importante para a saúde e bem-estar”.
Bruna acredita que a função como estagiária é enriquecedora para a graduação. “É muito importante entender como funciona trabalhar com uma equipe multiprofissional. Quando digo que curso gerontologia, sempre me perguntam qual a fórmula mágica para envelhecer bem, então vou estender a minha resposta para os funcionários participantes do projeto: Uma boa alimentação, atividade física e relações pessoais. Esses são os pontos chaves para sentir o tempo passar de forma saudável.”
A estagiária faz questão de pontuar a sua admiração pelos professores. “Em especial aqueles que apoiam e incentivam os estudantes para que eles possam crescer. Não posso deixar de citar a professora Thaís Bento, que é uma gerontóloga formada e hoje é nossa mestre. Isso nos traz um alívio: de que, na nossa profissão, é possível crescer por diversas áreas. Ela tem um vasto conhecimento em estimulação cognitiva, que mais me brilha os olhos.”
Como está começando a participar agora do programa Envelhecimento Ativo, Bruna ainda não tem muitas experiências a serem compartilhadas, porém ressalta: “Temos as vivências no estágio, e está sendo essencial acompanhar o dr. Egídio nas consultas, pois ele usa termos médicos, e estamos nos familiarizando com a linguagem, o que é muito importante na graduação. Estar estagiando em ambientes ricos de conhecimento me faz me sentir muito bem. Propicia uma visão excelente sobre a heterogeneidade do envelhecimento”.
Bruna Magro Fioramonte: “É muito importante entender como funciona trabalhar com uma equipe multiprofissional” - Foto: Arquivo pessoal
Atividades que tragam sentido e prazer
Ana Mi Bok Yoo, estudante de Gerontologia do 3º ano, justifica a sua opção na USP assim: “Li inúmeras vezes a frase: ‘Envelhecer é inevitável, mas envelhecer com saúde é uma escolha’. Esse pensamento mudou a forma como enxergo o meu próprio futuro”.
Conta que está se sentindo feliz por contribuir e aprender com o projeto Envelhecimento Ativo. “É a oportunidade de colocar em prática os conhecimentos adquiridos nas aulas e, ao mesmo tempo, aprender com os profissionais envolvidos.” E acentua: “É fundamental mudar a forma como a sociedade enxerga o envelhecer. Ainda existe a ideia equivocada de que as pessoas começam a ser incapazes e isso precisa ser desconstruído. É preciso rever nossos pensamentos e expectativas, reconhecendo que o envelhecimento vai muito além dos estereótipos. O ser humano tem história, desejos, potencial e muito a contribuir”.
Ana, como estagiária do programa, defende a prática regular de exercícios físicos, uma alimentação equilibrada e o cuidado com a saúde mental. “Esses são os pilares essenciais para um envelhecimento saudável, pois essas ações promovem autonomia, bem-estar e qualidade de vida. Aconselhamos que a pessoa busque atividades que tragam sentido e prazer: passeios ao ar livre, leituras leves e inspiradoras, como crônicas ou poesias, momentos de convivência e troca. E, acima de tudo, que nunca deixem de fazer planos e de se movimentar — mesmo que seja um passo de cada vez. Ter o desejo de aprender algo novo, fazer uma viagem, retomar um hobby ou cultivar novas amizades pode transformar o cotidiano e reacender sempre o entusiasmo pela vida.”
Ana Mi Bok Yoo: “É fundamental mudar a forma como a sociedade enxerga o envelhecer” - Foto: Arquivo pessoal
Memória autobiográfica
“Eu me chamo Kathlyn Dolfi, tenho 21 anos e sou estudante de Gerontologia pela Universidade de São Paulo no campus leste, Escola de Artes, Ciências e Humanidades. Estou com expectativas boas para iniciar o projeto Envelhecimento Ativo. Por enquanto estamos atualizando uma listagem geral dos participantes e cadastrando seus prontuários, então estou ansiosa para fazer algo a mais”, conta animada. “Fico contente de integrar o projeto, que tem grande potencial, além de contar com profissionais de diversas áreas, tornando a nossa experiência ainda mais rica, já que na gerontologia nós sempre trabalhamos com uma equipe multiprofissional.”
Para Kathlyn, priorizar o exercício físico, os cuidados com a saúde e alimentação são essenciais para a qualidade de vida. “É importante cada pessoa ter conhecimento sobre seus gostos pessoais, assim se torna mais fácil encontrar atividades que a interesse, como passeios culturais, prática de algum esporte que sinta prazer ou estudo de algum tema que a torne mais feliz.”
Kathlyn assinala o que vem aprendendo, e que tem sido muito importante para o seu futuro: “Por intermédio do professor e coordenador do programa Egídio Lima Dorea, tive o privilégio de conhecer a senhora Neuza Guerreiro de Carvalho e visitar a casa dela toda semana. Neuza foi professora de Biologia, formada pela USP, e tinha um projeto importantíssimo chamado “Resgate de memória autobiográfica”. Admiro muito a dedicação dela em registrar memórias e histórias da sua vida e família. Visitar sua casa é como entrar em um museu rico de memórias, todo lugar que você olha tem um objeto em que ela faz questão de deixar uma etiqueta com a descrição da sua importância e história, além de uma memória atrelada a ele. Ela é quem conheci por meio da USP, e, além de admirar, me inspiro.”
Uma questão curiosa. Por que será que na Gerontologia só tem estagiárias mulheres? Kathlyn responde: “Na área da Saúde, mulheres são a maioria, e isso reflete no nosso curso de Gerontologia também. Na nossa sala, turma do ano de 2023, só tem três homens, por isso o projeto só é composto por estagiárias mulheres”.
Kathlin Dolfi: “Na área da saúde, mulheres são a maioria, e isso reflete no nosso curso de Gerontologia também…” - Foto: Arquivo pessoal
Confira a programação do evento de Relançamento do Programa Envelhecimento Ativo, no dia 3 de junho, no auditório do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da USP, na avenida Professor Luciano Gualberto, 1.289, no campus da USP no bairro do Butantã:
08:30 às 9:00 – Recepção
09:00 às 09:10 – Abertura
Paulo Andrade Lotufo
Superintendência de Saúde da USP – SAU
09:10 às 09:30 – Apresentação
Egídio Lima Dorea
Coordenador do programa Envelhecimento Ativo
09:30 às 09:40 – Beatriz Aparecida Ozello Gutierrez
Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP – Curso de Gerontologia
09:40 às 09:50 – Maíra Solange Camara dos Santos
Hospital Universitário da USP – Clínica Médica
09:50 às 10:00 – Ana Luiza Pereira Moreira Mori
Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP – Farmácia Universitária
10:00 às 10:10 – Alfredo Luís Coli Junior
Faculdade de Economia e Administração da USP – Coordenador do Serviço de Orientação Financeira (SOF)
10:10 às 10:20 – Andrés Eduardo Aguirre Antúnez
Instituto de Psicologia da USP – Psicologia Clínica
10:20 às 10:30 – Evelise Oliveira Telles
Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP – Medicina Veterinária Preventiva e Saúde Animal
10:30 às 10:40 – Ricardo Ricci Uvinha
Diretor da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP – Coordenador do Giro Cultural da PRCEU
10:40 às 10:50 – Joana Paula de Barros
Centro de Estudos e Práticas de Atividades Físicas (Cepaf) Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP
10:50 às 11:00 – José Carlos Simon Farah
Diretor do Centro de Práticas Esportivas da USP
11:00 às 11:10 – Yeda Aparecida de Oliveira Duarte
Diretora do Departamento de Enfermagem do Hospital Universitário da USP
11:10 às 11:20 – José Antonio Visintin
Diretor da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP e Superintendente da SPPU
11:20 às 11:40 – Fernando Alves Arantes
Clínica Odontológica da Superintendência de Saúde – SAU
11:40 às 11:50 – Marcia Regina Mauro
Serviço de Gestão Ambiental Pusp-CB
11:50 às 12:00 – Antonio Mauro Saraiva
Instituto de Estudos Avançados
Escola Politécnica (EP)
12:00 – Encerramento
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